A "Maldição Celta": pontos críticos foram identificados e 1 a cada 54 pessoas no Reino Unido e Irlanda estariam em risco

O tratamento está na "caridade"

Cruz Celta | Fonte: Unsplash/Adrian Moran
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Jornalista com mais de 5 anos de experiência, cobrindo os mais diversos temas. Apaixonada por ciência, tecnologia e games.


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Pesquisadores da Universidade de Edimburgo mapearam, pela primeira vez, o risco genético de hemocromatose no Reino Unido e na Irlanda — condição conhecida como “Maldição Celta”.

A doença hereditária faz com que o corpo absorva ferro em excesso, que pode se acumular por décadas e causar danos no fígado, câncer hepático e artrite se não for tratada. O principal fator de risco é a variante genética C282Y. Claro que não se trata de uma maldição de verdade, mas de uma condição (muitas vezes) genética.

O tratamento é curioso

A análise reuniu dados de mais de 400 mil pessoas e identificou pontos críticos no noroeste da Irlanda e nas Hébridas Exteriores. No noroeste irlandês, cerca de uma em cada 54 pessoas é portadora da variante de alto risco. Nas Hébridas Exteriores, a proporção é de aproximadamente uma em cada 62.

Os resultados, publicados na Nature Communications (link no primeiro parágrafo), indicam que o rastreio direcionado nessas regiões pode ampliar diagnósticos precoces. 

O tratamento proposto é simples e eficaz: doações regulares de sangue reduzem os níveis de ferro e previnem complicações graves.

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