Pequeno gênio? Garoto de 9 anos choca o mundo ao entrar na universidade com o sonho de operar cérebros

Menino superdotado americano já divide sala com universitários adultos, estuda neurociência e diz que quer usar o conhecimento para tratar crianças com doenças neurológicas 

Aiden Wilkins Olhando O Telescopio
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Laura Vieira

Redatora
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Laura Vieira

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Jornalista recém-formada, com experiência no Tribunal de Justiça, Alerj, jornal O Dia e como redatora em sites sobre pets e gastronomia. Gosta de ler, assistir filmes e séries e já passou boas horas construindo casas no The Sims.

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Às vezes é difícil acreditar que uma criança com menos de 10 anos possa estar matriculada em uma universidade, geralmente ocupada por estudantes adultos. Mas, por incrível que pareça, existem pequenos gênios espalhados pelo mundo, e esse é o caso de Aiden Wilkins. Aos 9 anos, o garoto americano passou a frequentar aulas de neurociência na Ursinus College, na Pensilvânia, tornando-se o aluno mais jovem da história da instituição. O que mais chama atenção, porém, não é apenas a inteligência acima da média, mas também a maturidade do menino ao falar sobre o seu futuro: ele sonha em se tornar neurocirurgião pediátrico para ajudar crianças com problemas neurológicos.

Fascínio pelo cérebro começou quando Aiden ainda tinha 3 anos

Aiden Wilkins Aiden Wilkins é o aluno mais jovem da história da Ursinus College.

A trajetória de Aiden não é igual à de uma criança comum. Desde muito cedo, o garoto já tinha interesse pela neurociência e curiosidade pelo funcionamento do cérebro humano. Com apenas 3 anos de idade, ele passava horas assistindo a vídeos sobre anatomia e ficava fascinado ao ver conteúdos relacionados ao cérebro e ao sistema nervoso. Ao mesmo tempo, a família começou a perceber que o desenvolvimento intelectual dele era bem diferente do habitual para a idade.

Enquanto muitas crianças ainda estavam aprendendo a falar, Aiden já conseguia ler placas, reconhecer termos e absorver informações rapidamente. Com o passar do tempo, exames especializados confirmaram que ele era superdotado, e a partir daí tudo fez sentido para os seus pais. Mesmo tão novo, o garoto diz que escolheu seguir o caminho da neurociência por um motivo bastante específico e honrado: ajudar crianças da mesma idade que enfrentam doenças neurológicas

Universidade, ensino médio e uma rotina diferente da maioria das crianças

Enquanto a maioria das crianças de 9 anos ainda está nos primeiros anos da escola, Aiden Wilkins já vive uma rotina completamente fora do comum para a idade. O garoto americano passou a conciliar os estudos com aulas universitárias de neurociência. Por isso, algumas vezes por semana, ele frequenta o campus da Ursinus College e participa das atividades ao lado de estudantes muito mais velhos do que ele.

Apesar da enorme diferença de idade, professores e colegas relatam que o menino demonstra facilidade para discutir assuntos complexos relacionados ao cérebro humano, neuroplasticidade e funcionamento neural. Contudo, fora da universidade, a Aiden continua vivendo como qualquer outra criança. Ele gosta de jogar futebol, videogame e passar tempo com os pais quando não está estudando. Além da inteligência acima da média, a sensibilidade emocional de Aiden também é um ponto que chama a atenção. Não é atoa que o sonho do menino é seguir na medicina para se tornar um neurocirurgião pediátrico.

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