O modo avião realmente protege o avião? Entenda o que pode acontecer em um voo caso você continue usando o sinal normalmente

Modo é útil até para outras ocasiões

Modo Avião | Fonte: Unsplash/Sten Ritterfeld
Sem comentários Facebook Twitter Flipboard E-mail
vika-rosa

Vika Rosa

Redatora
vika-rosa

Vika Rosa

Redatora

Jornalista com mais de 5 anos de experiência, cobrindo os mais diversos temas. Apaixonada por ciência, tecnologia e games.


261 publicaciones de Vika Rosa

O modo avião surgiu por precaução: temia-se que sinais de celular pudessem interferir nos sistemas de navegação das aeronaves. Ao ativá-lo, o aparelho desliga conexões como dados móveis, Wi-Fi, Bluetooth, NFC e GPS, interrompendo a emissão de ondas eletromagnéticas.

Mas um celular pode derrubar um avião? Não há registros comprovados de que isso tenha acontecido em aeronaves modernas. Sistemas embarcados são projetados para resistir a interferências muito mais intensas. Ainda assim, companhias aéreas mantêm a regra como medida de segurança e padronização, especialmente em pousos e decolagens.

A ideia é evitar interferências e garantir a comunicação clara de centros de controle com o piloto. Dessa forma a navegação (e isso inclui radares) fica mais limpa e segura. 

Fora dos voos, o recurso continua útil. Sem conexões ativas, o aparelho consome menos bateria, pode recarregar mais rápido e tende a apresentar menos travamentos. Também reduz distrações e limita tentativas de rastreamento, reforçando a privacidade.

Com o modo ativado, o celular vira um dispositivo offline: dá para ouvir músicas baixadas, assistir a vídeos salvos e jogar sem anúncios em muitos casos. Criado para voar com segurança, o recurso acabou se tornando um aliado prático no dia a dia.

Inicio