IA simula jogos da copa do mundo e chega a um ganhador que os brasileiros não vão gostar nem um pouco

O novo EA Sports FC 26 colocou inteligência artificial, desempenho virtual e leitura tática para prever quem levantaria a taça em 2026, mas o resultado desagradou muita gente

Imagem produzida por IA do jogo EA Sports FC 26
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Laura Vieira

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Laura Vieira

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Jornalista recém-formada, com experiência no Tribunal de Justiça, Alerj, jornal O Dia e como redatora em sites sobre pets e gastronomia. Gosta de ler, assistir filmes e séries e já passou boas horas construindo casas no The Sims.

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A Copa do Mundo está chegando e milhares de brasileiros seguem esperançosos com o tão sonhado hexa. O campeonato, que será realizado entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá, já começou a movimentar não apenas torcedores e especialistas esportivos, mas também o universo dos videogames. No entanto, uma simulação feita pelo EA Sports FC 26 acabou chegando a um resultado que provavelmente não vai agradar muito aos fãs da Seleção Brasileira.

Utilizando inteligência artificial, atributos dos jogadores, desempenho virtual das equipes e leitura tática dentro do próprio motor do game, o simulador de futebol da Electronic Arts projetou quem seria o campeão da próxima Copa do Mundo. E, segundo a previsão do jogo, quem deve levantar a taça não é o Brasil.

É claro que o resultado virou assunto entre jogadores, criadores de conteúdo e fãs da do jogo, principalmente porque esse tipo de simulação costuma cruzar dezenas de variáveis ligadas ao comportamento das seleções dentro do gameplay. E desta vez, a equipe apontada como favorita ao título mundial foi a França.

EA Sports FC 26 quer transformar futebol em simulação quase real

Enquanto a Copa do Mundo 2026 não começa, o EA Sports FC 26 já começou a alimentar uma das coisas que a internet mais gosta: teorias, rivalidades e discussões sobre quem realmente chega mais forte para conquistar o tão sonhado troféu. O game, desenvolvido pela EA Vancouver e EA Romania, marca o terceiro capítulo da franquia que substituiu oficialmente a antiga série FIFA após o rompimento entre a Electronic Arts e a federação internacional.

Uma das grandes apostas da empresa agora é deixar as partidas cada vez mais próximas do comportamento real do futebol de hoje. Para isso, o game usa sistemas de inteligência artificial que conseguem interpretar movimentação, compactação defensiva, velocidade de transição, posicionamento e tomada de decisão dos atletas durante as partidas. Isso significa que as seleções não jogam apenas baseadas em números fixos. O sistema tenta entender estilos de jogo, equilíbrio tático e eficiência coletiva, algo que acaba influenciando nas simulações do campeonato.

Outro detalhe importante é que a comunidade leva essas previsões extremamente a sério. Toda vez que o game simula grandes torneios, os resultados rapidamente viralizam nas redes sociais, principalmente porque muitas vezes aparecem campeões inesperados ou resultados difíceis de imaginar no futebol. Além disso, o Brasil também deve ganhar destaque dentro do novo jogo. Após quatro anos de ausência por questões de licenciamento, a Seleção Brasileira voltará oficialmente ao EA FC 26 graças ao novo acordo entre a CBF e a Electronic Arts anunciado durante a Gamescom Latam, em São Paulo. A expectativa é que o conteúdo oficial da Copa inclua:

  • Uniformes reais da Seleção;
  • Identidade visual oficial do torneio;
  • Jogadores licenciados;
  • Atualização completa antes do Mundial.

Além disso, Neymar também deve retornar oficialmente ao jogo após quase um ano fora da franquia. 

França aparece como campeã da Copa e reacende debate sobre favoritismo

Capa do EA FC 26 O EA FC 26 usa inteligência artificial para prever quem deve levar a taça em 2026

O ponto que mais chamou atenção do público foi o campeão escolhido pela IA do jogo. Segundo a simulação feita dentro do EA FC 26, a França terminou a competição virtual como a seleção mais eficiente do torneio e apareceu como favorita ao título mundial. O mais curioso é que o jogo não tratou os franceses apenas como um time “cheio de estrelas”. O sistema apontou equilíbrio tático, consistência defensiva e eficiência ofensiva como os principais fatores que levaram a equipe ao topo. Entre os aspectos mais valorizados pela IA durante a simulação aparecem:

  • Alta eficiência nas finalizações;
  • Poucas falhas defensivas;
  • Velocidade nas transições;
  • Posse de bola objetiva;
  • Desempenho consistente contra seleções fortes.

Isso ajuda a explicar por que esse tipo de simulação gera tanta discussão nas redes. Dentro do universo do EA FC 26, muitas vezes não vence a seleção mais famosa, e sim a equipe que melhor se encaixa nas mecânicas e sistemas do gameplay. E é justamente aí que o Brasil sofre. Apesar do retorno de Neymar e de outros jogadores que são aposta máxima do time, como Vinicius Junior e Rapinha, a Seleção não apareceu como campeã na projeção do jogo, algo que deixou os torcedores nas redes sociais indignados.

Apesar disso, vale lembrar que tudo ainda acontece no campo das simulações virtuais. A Copa do Mundo real só começa em junho de 2026 e, até lá, elenco, desempenho das seleções, lesões, convocações e até o momento vivido pelos jogadores podem mudar completamente qualquer previsão feita pela inteligência artificial do jogo. 


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