Em pleno oceano, 250 passageiros de um avião descobriram que um deles era um clandestino — com formato de rato

  • Um voo da KLM teve que ser cancelado no Caribe depois que um rato foi descoberto no meio do oceano;

  • Vídeos mostram o rato andando entre os compartimentos de bagagem de mão

Em pleno oceano, 250 passageiros de um avião descobriram que um deles era um clandestino. Um clandestino com formato de rato.
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Fabrício Mainenti

Redator

Poucas coisas podem surpreender quando se está voando a 10 mil metros acima do oceano. O problema (o grande problema) é que, quando algo surpreende nesse contexto, geralmente não é uma surpresa agradável.

E muito menos se a surpresa for um rato.

Consegue imaginar a sensação? Imaginamos que foi isso que os 250 passageiros do voo de Amsterdã para Aruba, uma pequena ilha no Caribe, devem ter sentido. A viagem de volta, que incluía uma escala na ilha vizinha de Bonaire, teve que ser cancelada pela própria companhia aérea, obrigando os passageiros a esperar mais uma noite até que o voo de retorno estivesse pronto.

Um rato a 10  mil metros

Quando o avião estava prestes a pousar em Aruba, todos os passageiros do voo da KLM já sabiam o que estava acontecendo. A imagem de um rato havia se infiltrado em seus sonhos de praias paradisíacas e dias relaxantes.

Especificamente, o rato mostrado em vídeos gravados pelos próprios passageiros, movendo-se entre as cortinas que separam as categorias de assentos ou os compartimentos superiores, como pode ser visto nas imagens do veículo de comunicação holandês De Telegraaf.

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Naturalmente, a mídia holandesa noticiou o caso. Segundo a RTL, "os passageiros mantiveram a calma e a tripulação nunca perdeu o animal de vista". O Dutch News relata que a KLM levou 36 horas para capturar o animal após o primeiro avistamento.

Este foi o principal motivo do cancelamento do voo de volta. Após a captura do rato, a companhia aérea teve que deixar mais de 250 passageiros a bordo para realizar uma limpeza e desinfecção completa do interior da aeronave.

Questionados sobre a possibilidade de os passageiros a bordo reivindicarem alguma indenização, especialistas disseram ao De Telegraaf que seria complicado, pois se tratava de uma situação excepcional e seria necessário comprovar a responsabilidade da companhia aérea pela entrada do rato na aeronave.

Eles explicam que poderiam solicitar indenização financeira caso a investigação comprovasse que o rato entrou no avião pelos compartimentos onde a comida é transportada, mas afirmam ser improvável que isso tenha ocorrido.

Imagem de capa | Florian van Duyn y Nikolett Emmert


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