Ímãs, isqueiros e colheres: banco de dados dos EUA revela os objetos mais inusitados já inseridos em órgãos sexuais femininos e masculinos

Dados fazem parte de um sistema federal que monitora visitas a emergências hospitalares nos EUA

Raio-x de partes íntimas. Créditos: Divulgação/Urulogy Case Reports
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Laura Vieira

Redatora
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Laura Vieira

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Jornalista recém-formada, com experiência no Tribunal de Justiça, Alerj, jornal O Dia e como redatora em sites sobre pets e gastronomia. Gosta de ler, assistir filmes e séries e já passou boas horas construindo casas no The Sims.

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Todos os anos, milhares de pessoas dão entrada em emergências nos Estados Unidos por um motivo tão inusitado quanto delicado: objetos presos em partes íntimas do corpo. Os dados fazem parte do Sistema Nacional Eletrônico de Vigilância de Lesões (NEISS), mantido pela Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos EUA, que registra atendimentos médicos e suas causas. A lista mostrou uma variedade  de itens removidos dos órgãos sexuais masculino e feminino, além de objetos incomuns removidos do reto de pessoas.

E se você deu uma risadinha em casa, saiba que esses registros não existem para constranger ninguém. O objetivo do banco de dados é monitorar acidentes, entender padrões e ajudar na prevenção de lesões

Confira os objetos inseridos mais estranhos que já foram inseridos no pênis

Entre os atendimentos envolvendo o órgão sexual masculino, os registros mostram uma combinação de itens comuns e escolhas difíceis de explicar. Aparecem na lista baterias, canetas, lápis, pentes, clipes de papel e grampos, objetos pequenos, rígidos e facilmente acessíveis

Mas há também casos mais inesperados, como peças de xadrez, cordas de guitarra, chaves Allen, ímãs, parafusos, termômetros, vidro e até caules e miolo da maçã. Em muitos desses episódios, médicos relatam que o problema se agrava porque a pessoa tenta resolver sozinha antes de procurar ajuda, recorrendo a ferramentas improvisadas que só pioram a situação.

Estudos médicos indicam que a maioria dos pacientes nesse tipo de ocorrência são homens adultos e que parte significativa dos casos envolve tentativas de estimulação sexual sem proteção adequada.

Confira os objetos inseridos mais estranhos inseridos na vagina

Nos registros envolvendo o órgão sexual feminino, a variedade não é menor. Entre os itens mais frequentemente removidos estão isqueiros, bolas de algodão, folhas de alumínio, palitos de picolé, luvas de látex, colheres e escovas de cabelo. Também aparecem objetos associados ao universo sexual, como vibradores e anéis penianos, geralmente sem sistemas de segurança adequados para uso interno.

No entanto, outros itens chamam atenção e são difíceis de acreditar que foram inseridos na vagina de uma mulher. É o caso de pequenas sereias de plástico, baleias de brinquedo, sinos de Natal, pedras preciosas, pingentes de pulseira, tampas de êmbolo, detergente e até garrafas de cerveja. Em alguns registros, médicos destacam que a tentativa de retirada em casa aumenta o risco de provocar lacerações, infecções e perfurações internas. Por isso, o pronto-socorro deve ser a primeira opção.

Veja quais foram os objetos incomuns removidos do reto de pacientes em 2025

Além de revelar quais são os objetos mais estranhos já retirados dos órgãos sexuais feminino e masculino, o banco de dados também expõe uma coleção improvável de itens removidos do reto de pacientes. Confira que objetos são esses: 

  • Prego e parafuso
  • Brinquedo de mastigar para cachorro
  • Aparador de barba
  • Bastão
  • Seringa de borracha
  • Frasco de shampoo
  • Espátula dentária
  • Rolha de vinho
  • Marcador de texto
  • Bolinhas de gude
  • Sandália
  • Maçaneta
  • lanterna
  • Lâmpada
  • Caneta vaporizadora
  • Cachimbo
  • Massa crua
  • Ovo
  • Óculos

O banco de dados são para fins estatísticos e de prevenção médica

Embora listas como essa circulem com frequência nas redes sociais e virem piada, os profissionais de saúde reforçam que o registro desses casos não tem caráter moral ou punitivo. As informações são coletadas de forma anônima e servem exclusivamente para fins estatísticos, médicos e preventivos


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