Em 2018, Avengers: Infinity War abalou o MCU: diante de Thanos, os heróis, mesmo apoiados por Wakanda, sofreram uma derrota desastrosa, prelúdio para o desaparecimento de metade do universo. Esse fracasso retumbante provavelmente poderia ter sido evitado — se um protagonista chave não tivesse morrido dois filmes antes.
Trata-se de Odin, pai de Thor e suprema figura divina, interpretado por Anthony Hopkins em Thor, Thor: O Mundo Sombrio e Thor: Ragnarok. Sua morte precoce privou os Vingadores de um apoio decisivo na luta contra Thanos. Sua presença, ao mesmo tempo dissuasiva e simbólica, provavelmente teria mudado o equilíbrio de forças: ele não era apenas um guerreiro formidável, mas também um estrategista capaz de antecipar ameaças cósmicas. Onde os Vingadores se encontraram dispersos e sobrecarregados, Odin poderia ter atuado como maestro, guiando os heróis com a experiência de um milênio de batalhas e vitórias.
Poderes que teriam mudado o curso dos eventos
No MCU, Odin frequentemente aparece como um homem idoso e enfraquecido, mas os quadrinhos o retratam como uma força colossal. A realidade de suas habilidades permanece amplamente subexplorada na tela, limitada a relatos em vez de demonstrações. Ainda assim, ele domina a magia negra e pode manipular sua energia vital para criar projéteis ou formar prisões energéticas — como vimos quando Hela foi libertada em Ragnarok.

Além disso, foi ele quem derrotou Surtur para tomar a Chama Eterna e superou mortalmente Hela, um feito que Thor nunca conseguiu. Se Odin tivesse sobrevivido até Infinity War, sua influência tanto física quanto narrativa teria modificado profundamente os acontecimentos: talvez nem a destruição de Asgard nem o acesso de Thanos ao Tesseract teriam ocorrido. O impacto em Infinity War teria sido enorme — mas tudo isso permanecerá para sempre um "What if...?", a menos que um artefato místico, como o Olho de Agamotto, seja descoberto.
Este texto foi traduzido/adaptado do site JV Tech.
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