A realme anunciou uma parceria com a Fluxo W7M, organização de esports, para ampliar sua presença no mundo dos games no Brasil. Na prática, a marca vai amarrar seus celulares a livestreams, bastidores e campeonatos da equipe, com a linha realme 16 no centro da ação. É mais um passo da fabricante para se posicionar como opção de quem joga no celular, um público que cresce rápido e que ela quer conquistar.
Por que a realme está fazendo isso?
A aposta é no mobile gaming. A realme quer estar na rotina da comunidade gamer não só com o logo nas transmissões, mas colocando o aparelho na mão de quem joga. A empresa fala em combinar produto, conteúdo e comunidade em vez de só pagar por exposição. Traduzindo: a ideia é o jogador ver o celular sendo usado de verdade, e não apenas numa propaganda.
O que a linha 16 promete para quem joga?
O carro-chefe da ação é o realme 16 Pro+, lançado no Brasil em maio por R$ 3.999 na promoção de estreia. Ele tem tela AMOLED de 144 Hz, processador Snapdragon 7 Gen 4 e bateria de 7.000 mAh com carregamento de 80W. Segundo a realme, a linha roda jogos a até 120 FPS e aguenta mais de 9 horas de partida. Vale a ressalva de sempre: tempo de bateria é número da fabricante, medido em condições que nem sempre batem com o uso real. Abaixo dele fica o realme 16 5G, mais barato (R$ 2.499 no lançamento), com foco em bateria e design fino.
Onde entra o Nobru?
O nome que conecta tudo é o Nobru, um dos maiores jogadores de mobile do Brasil. Ele é sócio-fundador da Fluxo W7M e já era embaixador gamer da realme por aqui desde o ano passado. É ele quem dá rosto e credibilidade à marca dentro de uma comunidade que costuma torcer o nariz para propaganda que não entende do assunto.
O que observar
A parceria mostra que a realme, que vem reforçando sua presença no Brasil, decidiu brigar pelo público gamer em vez de disputar o consumidor genérico. Faz sentido: é um nicho engajado e fiel. O teste vai ser transformar patrocínio e presença nas transmissões em venda de celular, que é o que paga a conta no fim. Vale acompanhar se as próximas ações saem do palco dos campeonatos e chegam ao bolso do jogador comum.
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