Embora o futuro dos consoles da Sony e da Microsoft ainda reserve mistérios, a chegada do Nintendo Switch 2 mexeu com as estruturas do ranking dos melhores videogames do mercado. Potência bruta, catálogo, controle padrão, portabilidade... Nossos especialistas contam tudo sobre cada aparelho!
PlayStation, Xbox, Switch: qual é o console de videogame mais potente?
A potência é um dos elementos essenciais na hora de diferenciar os consoles. A escolha de um componente ou de uma arquitetura por parte de uma fabricante reflete diretamente na sua experiência de jogo.
Nesse quesito, Sony e Microsoft estão muito próximas em vários aspectos. E, como costuma acontecer, a Nintendo fica um pouco atrás, embora o Switch 2 tenha conseguido encurtar essa distância com folga.
- Mesmo sendo menos potente que o PS5 e o Xbox Series, isso não impede o Switch 2 de entregar experiências excelentes em títulos como Donkey Kong Bananza, The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom ou Mario Kart World.
Como mencionamos, o PlayStation 5 e o Xbox Series são bastante parecidos internamente. Isso fica evidente na arquitetura e nos componentes, ambos baseados em 8 núcleos AMD Ryzen Zen 2 com frequências similares e 16 GB de memória RAM GDDR6. A velocidade de leitura do SSD é um pouco superior no aparelho da Sony, mas ambos proporcionam partidas com tempos de carregamento reduzidos ao mínimo. O espaço de armazenamento varia nas versões da Sony: 825 GB no modelo original, 1 TB no Slim e 2 TB no Pro. Já o Xbox Series X conta com 1 TB nativo.
O diferencial do PS5 Pro está no chip gráfico RDNA 3 com clock a 2,35 GHz, enquanto o Series X opera a 1,825 GHz. Além disso, a versão Pro da Sony vem equipada com o PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution), que faz upscaling inteligente de resolução via inteligência artificial.
Por sua vez, a Nintendo manteve a parceria com a Nvidia e adotou o processador T239, trazendo 8 núcleos de CPU (sendo 6 dedicados a jogos) com frequência de 998 MHz no modo portátil e 1101 MHz no dock, a uma cadência de 1,7 GHz. A GPU adota a arquitetura Ampere com 1536 núcleos CUDA, acompanhada de 12 GB de RAM LPDDR5X.
- Quando falamos de desempenho, o termo Tflops indica a quantidade de trilhões de operações de ponto flutuante por segundo. Traduzindo de forma simples: é a medida de força bruta de processamento gráfico.
Com 16,7 Tflops, o PS5 Pro assume a liderança com folga, seguido pelos 12 Tflops do Xbox Series X, os 10,28 Tflops do PS5 padrão, os 4 Tflops do Xbox Series S e, por fim, o Nintendo Switch 2, que atinge 3,072 Tflops na base (dock) e 1,71 Tflops em modo portátil.
Outro ponto importante é o limite técnico de exibição de cada videogame. Aqui, PS5 e Xbox Series X empatam ao suportar até 4K a 120 quadros por segundo. O Switch 2 não fica muito atrás, conseguindo entregar 4K a 60 fps ou Full HD/QHD a 120 fps. Enquanto isso, o Xbox Series S atinge 1440p a 120 fps.
Com o PS5 Pro, a Sony larga na frente da Microsoft e da Nintendo. Além de um desempenho superior em Ray Tracing, sua força bruta está um degrau acima da concorrência, ainda que ambos os consoles de mesa entreguem resolução 4K a 120 quadros por segundo.
Qual console tem o melhor catálogo gamer entre Switch, PS5 e Xbox Series?
A biblioteca de jogos é outro critério decisivo ao escolher um aparelho: títulos exclusivos e retrocompatibilidade pesam bastante na balança. Neste quesito, colocamos o PS5 no topo do pódio não apenas porque o ecossistema PlayStation oferece um acervo vasto, mas também pela presença de mais exclusivos de peso. Vale destacar sucessos como God of War: Ragnarök, Horizon Forbidden West, Gran Turismo 7, além de Final Fantasy XVI, Marvel's Spider-Man 2 e Astro Bot.
Nem por isso o Xbox Series X fica para trás em qualidade. Enquanto o videogame da Sony é retrocompatível com 99% da biblioteca do PS4, a plataforma da Microsoft vai além e roda jogos de suas últimas três gerações. Seus exclusivos são menos frequentes, mas mantêm ótimo nível técnico. Com a incorporação de estúdios de peso sob o guarda-chuva da empresa de Redmond, como a Activision Blizzard e franquias consagradas como Call of Duty, Diablo e Crash Bandicoot, o catálogo da marca ganhou um fôlego impressionante.
E, claro, não podemos esquecer a força do Nintendo Switch 2. Ele aproveita a retrocompatibilidade completa com a geração anterior e estreia produções inéditas, a exemplo de Mario Kart World e Donkey Kong Bananza. Gigantes como Mario, The Legend of Zelda e Pokémon marcam presença garantida. Para completar, o salto de desempenho técnico viabilizou a chegada de produções AAA de peso que antes passavam longe da Nintendo, como Cyberpunk 2077!
O melhor catálogo de jogos para crianças e família
Se a Nintendo enfrentou forte concorrência nos comparativos anteriores, aqui ela vence com folga. O Switch 2 é o console familiar por excelência. Esse resultado não surpreende, já que a Big N domina esse segmento há décadas com maestria. A vitória se deve a um catálogo repleto de experiências para todas as idades e muitos "party games" perfeitos para reunir todo mundo na sala.
No cardápio para crianças e adultos estão Pokémon Scarlet/Violet, Splatoon 3, Mario Kart World, Super Mario Bros. Wonder e o empolgante Donkey Kong Bananza.
Vale lembrar que títulos como Super Mario Party Jamboree, além de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e sua sequência direta Tears of the Kingdom, receberam edições aprimoradas, especialmente preparadas para extrair o máximo do hardware do novo aparelho!
Outro detalhe crucial é o foco incomparável no multiplayer local da marca japonesa, tanto no design dos jogos quanto no conceito do console em si, graças aos práticos Joy-Con destacáveis.
A Sony também tem boas cartas na manga para o público infantil e casual, oferecendo franquias voltadas à diversão conjunta em tela dividida. É o caso de Sackboy: Uma Grande Aventura e do carismático Astro's Playroom, que já vem pré-instalado no sistema e serve de porta de entrada antes de mergulhar na aventura completa de Astro Bot!
Por último, o Xbox Series X também reserva ótimas opções familiares dentro da assinatura do Game Pass, incluindo o fenômeno Minecraft. Para pais atentos aos hábitos digitais dos filhos, tanto o PS5 quanto as plataformas Xbox oferecem ferramentas completas de controle parental para limitar gastos e gerenciar o tempo de tela.
Entre PS5, Xbox Series e Switch, qual tem o melhor controle padrão?
“Estamos avaliando aqui os controles que vêm inclusos na caixa na hora da compra do console, e não modelos profissionais ou controles de fabricantes terceiros.”
Nesta disputa, o primeiro lugar fica com a Sony e o controle que acompanha o PS5, o DualSense. Sua ergonomia proporciona uma pegada firme e muito confortável, mesmo com o ganho de peso em relação à geração passada. Além disso, o feedback háptico avançado e os gatilhos adaptáveis criam uma sensação tátil única, elevando a imersão a um nível inédito nos games. O único ponto fraco fica por conta da autonomia de bateria, que gira em torno de 10 horas e merecia durar um pouco mais.
A Microsoft também faz bonito com o joystick oficial do Xbox Series X/S, mas, em vez de arriscar grandes mudanças tecnológicas, preferiu aprimorar uma fórmula que já funcionava com perfeição. O controle sem fio do Xbox é construído com materiais de primeira linha, traz um direcional digital (D-pad) excelente e empunhadura anatômica impecável. Seu grande trunfo é a versatilidade de conexão entre diferentes dispositivos, motivo pelo qual os controles da marca continuam sendo os queridinhos dos jogadores de PC. Por outro lado, em pleno século 21, causa certo estranhamento a opção de continuar dependendo de pilhas AA em vez de incluir uma bateria interna recarregável.
Por fim, a Nintendo apostou na versatilidade dos Joy-Con 2 removíveis, priorizando praticidade sobre ergonomia clássica. Cada metade pode funcionar como um joystick individual com cerca de 20 horas de duração de bateria, o que explica por que o Switch é tão amigável para jogatinas casuais. Um sensor óptico na lateral agora permite usá-los quase como um mouse. Um botão C dedicado e um microfone integrado abrem acesso a salas de bate-papo de voz com até 12 participantes pelo recurso GameChat. A pegada melhorou graças a analógicos um pouco maiores, mais silenciosos e responsivos, além de botões de ombro (L, R, SL e SR) mais amplos. Contudo, segurar apenas um Joy-Con continua sendo desconfortável para quem tem mãos grandes, e o fantasma do temido "drift" ainda exige atenção no longo prazo.
Qual console oferece o melhor serviço de jogos online?
A assinatura de um serviço online garante acesso a partidas multijogador, bibliotecas em nuvem, jogos gratuitos todos os meses e diversos mimos adicionais. Nesse cenário, a rivalidade entre Sony e Microsoft é acirrada, mas a gigante de Redmond leva a medalha de ouro. O Xbox Game Pass entrega o ecossistema mais completo do mercado, contando com uma infraestrutura de nuvem versátil que permite jogar seu acervo no PC, no celular e no tablet, além do cobiçado acesso a grandes lançamentos no primeiro dia (Day One). É a melhor pedida para navegar por um catálogo de mais de 300 jogos, atualizado com frequência e turbinado por parcerias com o EA Play e a Ubisoft.
Com o PlayStation Plus reformulado, a Sony também disponibiliza uma gama de vantagens similar à da concorrente. Embora não costume incluir seus grandes blockbusters no dia de lançamento, o plano Deluxe/Premium permite testar versões demonstrativas estendidas antes de decidir pela compra. A biblioteca rotativa é rica em títulos aclamados, mas os exclusivos de grande porte costumam entrar e sair após períodos delimitados. A vantagem do PS Plus está no custo-benefício dos planos de longo prazo: embora a mensalidade seja próxima, os planos anuais costumam gerar uma economia bem-vinda que o serviço rival nem sempre disponibiliza de maneira direta.
No caso da Nintendo, o serviço Switch Online cumpre o básico com louvor: libera o multijogador na rede, chat de voz para até 12 usuários, compartilhamento de tela em tempo real, transmissão de vídeo (com câmera compatível), promoções exclusivas e um acervo retrô que cresce aos poucos. O recurso de streaming em nuvem também está presente e nem exige assinatura ativa para jogos comprados avulsos. No balanço geral, a plataforma online da Nintendo está longe do refinamento visto nos rivais, mas compensa isso cobrando uma assinatura consideravelmente mais em conta.
Quem assina o Nintendo Switch Online + Pacote Adicional pode revisitar grandes clássicos de gerações memoráveis. Além disso, donos das edições aprimoradas para Switch 2 de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Tears of the Kingdom ganham acesso a recursos exclusivos integrados, como assistente interativo de mapa e modo estúdio de fotografia.
Além dos jogos, qual videogame oferece os melhores recursos multimídia?
Hoje em dia, os videogames de sala são verdadeiras centrais de entretenimento, ideais tanto para jogar quanto para maratonar filmes e séries. Se reparar nas especificações técnicas do Xbox Series X e do PS5 padrão, notará que ambos trazem leitor físico de Blu-ray 4K Ultra HD. Além disso, dão acesso às principais plataformas de streaming: Netflix, Amazon Prime Video, Disney+, Spotify, Apple TV+, Crunchyroll e YouTube. O Xbox Series X ainda leva uma ligeira vantagem ao oferecer suporte mais amplo a aplicativos de áudio, incluindo Deezer e Apple Music.
O outro detalhe que garante a vitória do ecossistema Xbox nesse departamento é o suporte nativo completo às tecnologias Dolby Atmos e Dolby Vision, elevando a calibração visual e a ambientação sonora a padrões cinematográficos.
Já no Nintendo Switch 2, esse ponto deixa bastante a desejar. Se você esperava transformar o aparelho portátil em uma tela móvel para curtir séries na Netflix, a realidade decepciona: o sistema traz apenas o aplicativo do YouTube. Até mesmo ferramentas como Crunchyroll ou Twitch, que marcavam presença no primeiro Switch, não aparecem integradas à nova interface inicial.
Os melhores consoles portáteis do momento
O mercado de portáteis se transformou por completo desde a estreia do Steam Deck da Valve, que colocou a biblioteca colossal do Steam na palma das mãos. Hoje, você não precisa mais carregar um notebook gamer pesado para jogar seus títulos de computador em qualquer lugar.
Nintendo Switch 2: o melhor console portátil?
A chegada do Nintendo Switch 2 permitiu que a marca japonesa finalmente se aproximasse dos rivais em termos de força gráfica. Com o mesmo formato híbrido versátil de seu antecessor, o aparelho segue indispensável por unir o inigualável acervo da Nintendo à adição de produções de grande escala como Cyberpunk 2077. V divide atenções com Mario, Link e monstrinhos de bolso em um dispositivo que já nasce com compatibilidade para rodar toda a biblioteca do primeiro Switch.
Imbatível no modo cooperativo local graças aos práticos Joy-Con destacáveis, ele é a diversão perfeita para a família. A tela LCD é muito competente, embora seja uma pena não contar de imediato com a vivacidade de um painel OLED. No armazenamento, o salto é evidente: são 256 GB de fábrica, deixando bem para trás os modestos 64 GB da geração passada.
O único ponto fraco fica por conta da duração da bateria longe da tomada. A Nintendo divulga uma autonomia estimada entre 2,5 e 6,5 horas, mas testes práticos mostram que a média em jogos exigentes costuma estacionar perto do limite mínimo.
Asus ROG Xbox Ally X: a colaboração perfeita entre Microsoft e Asus
Microsoft somada à Asus resulta em um console-PC de respeito sob o Windows 11, trazendo inspiração na identidade visual do Xbox para reunir o melhor dos dois mundos! Equipado com o chip AMD Ryzen AI Z2 Extreme, ele dá conta de qualquer jogo AAA da sua conta Steam ou do catálogo do Game Pass, acompanhado de uma interface intuitiva e fluida. Você também pode rodar os jogos do seu Xbox de sala diretamente no aparelho pelo Xbox Remote Play! A ergonomia remete diretamente à experiência do joystick oficial da marca.
A bateria de 80 Wh também garante ótima autonomia de sessão, sobretudo quando configurada no modo Silencioso. No display, a Asus acertou ao implementar uma tela sensível ao toque de 7 polegadas com resolução Full HD, taxa de atualização de 120 Hz e tecnologia FreeSync Premium.
Para completar, o dispositivo traz integração exemplar com serviços de jogos na nuvem, dispensando longos downloads quando a memória estiver cheia. O suporte a Dolby Atmos fecha o pacote entregando ótima fidelidade de som surround.
MSI Claw 8 AI+: desempenho de ponta e tela de 120 Hz!
O MSI Claw 8 AI+ é um console portátil voltado para quem busca poder de processamento topo de linha, concorrendo de igual para igual com o ROG Ally X. O modelo vem equipado com processador Intel Core Ultra 7 série 2, 16 GB de RAM e SSD ágil de 1 TB.
Sua tela IPS de 8 polegadas ostenta taxa de atualização de 120 Hz com suporte a VRR, garantindo fluidez sem rasgos visuais (tearing) nem engasgos durante a jogatina.
A fabricante também dedicou cuidado especial ao sistema térmico: as temperaturas operam sob controle e as ventoinhas trabalham de forma silenciosa graças à tecnologia Cooler Boost HyperFlow, responsável por direcionar o fluxo de ar fresco para o coração da placa.
O modelo brilha ainda mais ao incluir uma bateria robusta de 80 Wh, capaz de segurar mais de 4 horas de jogo no modo de economia de energia e até 28 horas de vídeo em Full HD. O acabamento refinado conta com alavancas e gatilhos baseados em sensores Hall Effect, eliminando de vez as chances de desgaste físico por atrito.
Steam Deck OLED: eficiência pura para a sua biblioteca Steam
Pioneira nesse mercado, a Valve refinou seu projeto com o modelo Steam Deck OLED, que adota um display de 7,4 polegadas na resolução 1280 × 800 pixels a 90 Hz. O resultado é um contraste impecável com pretos absolutos e um brilho de pico que atinge até 1000 nits em conteúdos HDR — um recurso fantástico para jogar ao ar livre sem reflexos incômodos.
A autonomia de uso é mais ampla, flutuando entre 3 e 12 horas dependendo da demanda gráfica do título, o que representa um salto em relação à primeira versão LCD. O sistema de resfriamento também foi retrabalhado, ficando visivelmente mais eficiente e discreto.
Aqui, a proposta é focada nos jogos do Steam, graças ao sistema operacional nativo SteamOS. Desenvolvido sobre base Linux com a camada Proton, nem todos os games do catálogo funcionam de cara, mas a lista de títulos compatíveis e verificados é gigantesca e contempla os lançamentos mais badalados do mercado.
Sob o capô, o aparelho aposta em CPU AMD Zen 2 combinada à GPU AMD RDNA 2 fabricadas em litografia de 6 nm. Em números absolutos, a potência atinge cerca de 1,6 Tflops.
Lenovo Legion Go Gen 2: um PC gamer de mão poderoso com Windows 11
O Lenovo Legion Go 2 é uma máquina portátil monstruosa rodando o ecossistema Windows 11. No coração do sistema está o chip AMD Ryzen Z2 Extreme, turbinado por incríveis 32 GB de RAM LPDDR5X operando a 8000 MT/s e opções de armazenamento em SSD de 1 TB ou 2 TB. Com esse conjunto, ele tem fôlego de sobra para encarar títulos exigentes com taxas de quadros confortáveis.
O visor é um dos grandes atrativos do modelo: traz uma ampla tela OLED de 8,8 polegadas na resolução 1920 x 1200 pixels. A calibração é de encher os olhos, cobrindo 100% da gama DCI-P3, com brilho de 500 nits e taxa de atualização rápida de 144 Hz.
A autonomia entrega bom rendimento médio e a conectividade sem fio é de última geração, com suporte a Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3.
Para completar o pacote, o modelo traz leitor biométrico de impressões digitais, microfone embutido de ótima captação e controles destacáveis versáteis no estilo dos portáteis da Nintendo!
Qual é o melhor console de videogame?
O melhor videogame é quase sempre aquele que melhor atende às suas necessidades e rotina. O primeiro fator a pesar é descobrir qual plataforma os seus amigos mais próximos utilizam. Assim, você poderá participar de partidas online com facilidade, bater papo, comparar conquistas ou até mesmo trocar jogos físicos e acessórios.
O segundo ponto essencial é o catálogo de títulos exclusivos, que precisa bater com o seu gosto pessoal. Seja na Sony, na Microsoft ou na Nintendo, cada ecossistema tem franquias consagradas que não aparecem nos rivais.
Por fim, os serviços por assinatura e seus valores exercem papel preponderante no bolso do consumidor. Game Pass, PlayStation Plus e Nintendo Switch Online têm mensalidades e benefícios bem distintos, sem falar na diferença de compatibilidade com plataformas de filmes e música, como Netflix, Disney+, Prime Video, YouTube ou Spotify.
Matéria traduzida e adaptada de JeuxVideo*
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