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        <title>Magazine - rede-social</title>
        <link>https://www.xataka.com.br</link>
        <description>Publicação de notícias sobre gadgets e tecnologia. Últimas tecnologias de eletrônicos de consumo pessoal e inovações tecnológicas em celulares, tablets, computadores, etc.</description>
        <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 08:51:12 +0000</pubDate>
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                <title><![CDATA[Não é só a Austrália: França proíbe redes sociais para menores de 15 anos e vai além ao restringir o uso de celulares]]></title>
                <link>https://www.xataka.com.br/diversos/nao-e-a-australia-franca-proibe-redes-sociais-para-menores-15-anos-e-vai-alem-ao-restringir-uso-celulares</link>
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                <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 16:40:00 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>Vika Rosa</dc:creator>
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                    <![CDATA[
                              <p>
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    </p>
    <p>A <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.lemonde.fr/en/france/article/2026/01/26/french-mps-approve-social-media-ban-for-children-under-15_6749837_7.html" >França acaba de dar um passo drástico na regulação do ambiente digital para os jovens</a>. Seguindo os passos da Austrália, a Assembleia Nacional francesa aprovou um projeto de lei que <strong>proíbe o acesso de menores de 15 anos a redes sociais</strong> e estabelece o banimento total do uso de celulares em escolas de ensino médio (<em>lycées</em>).</p>
<!-- BREAK 1 --><p>A medida, defendida entusiasticamente pelo presidente Emmanuel Macron, foi aprovada por 130 votos a 21, demonstrando uma rara unidade política no país. Macron afirmou que "as emoções de nossas crianças e adolescentes não estão à venda nem devem ser manipuladas por algoritmos" e que a proteção da saúde mental dos jovens é uma prioridade nacional.</p>
<h2>O que muda com a nova lei francesa?</h2>
<p>O projeto agora segue para o Senado e, se aprovado, deve entrar em vigor já no início do próximo ano letivo, em <strong>setembro de 2026</strong>.</p>
<ul><li><strong>Idade mínima:</strong> o acesso a redes sociais como Instagram, TikTok, Snapchat e Facebook será proibido para menores de 15 anos. Plataformas educacionais e enciclopédias online (como a Wikipédia) estão fora da proibição.</li><li><strong>Celulares nas escolas:</strong> o banimento de celulares, que já existia no ensino fundamental desde 2018, agora será estendido para as escolas de ensino médio.</li><li><strong>Desativação de contas:</strong> caso a lei passe no Senado até fevereiro, as plataformas de tecnologia terão até o final de dezembro de 2026 para desativar todas as contas existentes que não cumpram o limite de idade.</li></ul>
<p>O grande desafio será a implementação de um sistema de verificação eficaz, trabalho que já está sendo desenvolvido em nível europeu.</p>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/informatica/a-ia-ja-esta-gerando-codigo-metade-da-internet-e-para-os-programadores-isso-e-uma-dor-cabeca" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="A IA já está gerando o código de metade da internet; e, para os programadores, isso é uma dor de cabeça ">
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<h2>Tendência mundial ou "paternalismo digital"?</h2>
<p>A França se torna o segundo país democrático a adotar restrições tão severas, após a Austrália ter estabelecido a idade mínima de 16 anos em dezembro passado. Na Austrália, a medida resultou na exclusão de <strong>4,7 milhões de contas</strong> de menores logo nos primeiros dias.</p>
<!-- BREAK 2 --><p>Apesar do forte apoio popular, a medida enfrenta críticas. Alguns parlamentares da oposição e associações de proteção à criança chamam a lei de "paternalismo digital" e argumentam que o foco deveria ser responsabilizar as plataformas pelo conteúdo, em vez de simplesmente banir os jovens. No entanto, para o governo francês, o objetivo é combater o <em>cyberbullying</em>, a exposição a conteúdos violentos e a "colonização de mentes" por algoritmos estrangeiros.</p>
<p>Países como Alemanha, Espanha e Itália já observam o movimento francês de perto e estudam legislações semelhantes, o que pode transformar a Europa no continente com as regras mais rígidas do mundo para o uso de tecnologia por adolescentes.</p>
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                <title><![CDATA[Ninguém conhecia essa empresa, mas ela acaba de comprar a maior briga do ano contra o X pela marca Twitter ]]></title>
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                <pubDate>Sat, 20 Dec 2025 21:00:59 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>João Paes</dc:creator>
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                    <![CDATA[
                              <p>
      <img src="https://i.blogs.es/903431/imagem_2025-12-19_182106265/1024_2000.png" alt="Ningu&#x00E9;m&#x20;conhecia&#x20;essa&#x20;empresa,&#x20;mas&#x20;ela&#x20;acaba&#x20;de&#x20;comprar&#x20;a&#x20;maior&#x20;briga&#x20;do&#x20;ano&#x20;contra&#x20;o&#x20;X&#x20;pela&#x20;marca&#x20;Twitter&#x20;">
    </p>
    <p>Parecia que o antigo Twitter estava encerrado depois que Elon Musk comprou a rede social por US$ 44 bilhões em 2022, trocou o nome para X, aposentou o icônico passarinho azul e deixou claro que o futuro da plataforma passaria por uma nova identidade. O que ninguém imaginava é que essa decisão abriria espaço para uma disputa judicial capaz de recolocar a palavra “Twitter” no centro do debate — agora como alvo de uma startup praticamente desconhecida chamada Bluebird.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>A Bluebird entrou em cena no início de dezembro ao pedir ao Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos o cancelamento da marca Twitter. O argumento é direto: ao rebatizar a rede e abandonar publicamente o nome, a empresa de Musk teria aberto mão dos direitos sobre a marca. Na sequência, a startup foi além e solicitou o registro do nome Twitter para si, com planos de lançá-lo em uma plataforma concorrente chamada “twitter.new”.</p>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/mobilidade/para-desespero-elon-musk-as-vendas-da-tesla-ja-cairam-quase-50-na-europa-e-continuam-em-queda-no-mundo-todo" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Para desespero de Elon Musk, as vendas da Tesla já caíram quase 50% na Europa e continuam em queda no mundo todo ">
     <img alt="Para&#x20;desespero&#x20;de&#x20;Elon&#x20;Musk,&#x20;as&#x20;vendas&#x20;da&#x20;Tesla&#x20;j&#x00E1;&#x20;ca&#x00ED;ram&#x20;quase&#x20;50&#x25;&#x20;na&#x20;Europa&#x20;e&#x20;continuam&#x20;em&#x20;queda&#x20;no&#x20;mundo&#x20;todo&#x20;" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/e6b367/gettyimages-2213559448/375_142.jpeg">
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<p>A reação do X foi imediata. Nesta terça-feira (16), a empresa processou a Bluebird em um tribunal federal de Delaware, alegando que a marca Twitter está longe de ter sido abandonada. No processo, o X afirma que o nome continua “vivo e bem”, sendo usado diariamente por milhões de pessoas que acessam a rede por meio do domínio twitter.com — endereço que segue ativo. Além disso, a empresa destaca que usuários, anunciantes e até veículos de imprensa continuam se referindo à plataforma como Twitter, mesmo após a mudança oficial para X.</p>
<!-- BREAK 2 --><p>Para o time jurídico de Musk, a tentativa da Bluebird não passa de uma apropriação indevida. O processo afirma que a startup estaria tentando “roubar” uma das marcas mais reconhecidas do mundo, o que configuraria violação clara de direitos de propriedade intelectual. O X também argumenta que uma nova plataforma chamada Twitter causaria confusão direta no consumidor, além de diluir o valor da marca construída ao longo de quase duas décadas.</p>
<p>“A mudança de marca não é um abandono dos direitos”, diz o processo, em um trecho que resume a tese central do X. A empresa também pede indenização financeira, embora não especifique valores.</p>
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<p>Do outro lado, a Bluebird não demonstra intenção de recuar. Em resposta, o fundador Michael Peroff afirmou que o pedido de cancelamento se baseia em “leis de marcas registradas bem estabelecidas” e que a startup está preparada para levar a disputa até às últimas consequências. Um detalhe chama atenção: a petição foi apresentada por Stephen Coates, ex-advogado de marcas do próprio Twitter, hoje atuando como conselheiro da Bluebird.</p>
<!-- BREAK 4 --><p>A disputa expõe os riscos de uma mudança de identidade radical, especialmente quando se trata de uma das marcas mais fortes da internet. Mesmo que o X vença a batalha jurídica, a Bluebird já conseguiu ganhar a atenção por mais do que os 140 caracteres da época do Twitter.</p>
<p><br></p>
<p><br></p>
<p><em>Crédito de imagem: Xataka Brasil</em></p>
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                <title><![CDATA[Fim da ditadura do algoritmo? Instagram lança recurso mais importante que inverte as regras dos Reels ]]></title>
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                <pubDate>Wed, 10 Dec 2025 22:05:56 +0000</pubDate>
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      <img src="https://i.blogs.es/a959e7/imagem_2025-12-10_190034185/1024_2000.png" alt="Fim&#x20;da&#x20;ditadura&#x20;do&#x20;algoritmo&#x3F;&#x20;Instagram&#x20;lan&#x00E7;a&#x20;recurso&#x20;mais&#x20;importante&#x20;que&#x20;inverte&#x20;as&#x20;regras&#x20;dos&#x20;Reels&#x20;">
    </p>
    <p>O Instagram finalmente apertou o botão que muita gente esperava: agora você pode dizer ao app o que realmente quer — ou não quer — ver nos Reels. A plataforma começou a liberar globalmente o recurso “Seu Algoritmo” (“Your Algorithm”), uma central de personalização que escancara como suas recomendações são construídas e permite ajustar tudo de maneira direta, quase cirúrgica.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>A novidade funciona como uma espécie de raio-X do seu consumo. Ao assistir a um Reel, um novo ícone no canto superior direito — duas linhas com corações — abre uma janela que reúne os tópicos que o Instagram acredita serem relevantes para você. É ali que a mágica acontece: você pode indicar quais temas quer ver mais, quais já deram o que tinham que dar, e até adicionar interesses que não aparecem na lista inicial. Nada de ficar refém de tendências aleatórias ou vídeos que não têm nada a ver com sua rotina.</p>
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    <blockquote style="background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);" data-instgrm-version="14" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DSFa4TvEgUU/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-captioned="" class="instagram-media"><div style="padding:16px;"> <a rel="noopener, noreferrer" target="_blank" style="background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" href="https://www.instagram.com/reel/DSFa4TvEgUU/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading"> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" version="1.1" viewBox="0 0 60 60" height="50px" width="50px"><g fill-rule="evenodd" fill="none" stroke-width="1" stroke="none"><g fill="#000000" transform="translate(-511.000000, -20.000000)"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style="color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a rel="noopener, noreferrer" target="_blank" style="color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" href="https://www.instagram.com/reel/DSFa4TvEgUU/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading">Um post compartilhado por Adam Mosseri (@mosseri)</a></p></div></blockquote>
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  </div>
</div>
<p>Outra sacada é que o Instagram permite compartilhar, nos Stories, um resumo das áreas que moldam o seu algoritmo. Além de divertido, isso abre espaço para conversas e comparações entre seguidores — quem sabe até descobrindo interesses inesperados no caminho.</p>
<!-- BREAK 2 --><p>O “Seu Algoritmo” não é exclusivo dos Reels. A ferramenta começa por lá, mas deve atingir também o Explorar (Explore) e outras áreas do aplicativo, deixando o feed cada vez menos padronizado e mais próximo do que cada usuário realmente quer consumir.</p>
<p>Por enquanto, o recurso está disponível nos Estados Unidos, mas o Instagram garante que o lançamento global já está no radar, inicialmente em inglês.&nbsp;</p>
<p><br></p>
<p><em>Crédito de imagem: Instagram</em></p>
<p><br></p>
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                <title><![CDATA["Não produz tecnologia": Idec rebate Lula e diz que data center do TikTok é apenas "obra civil" que gasta energia]]></title>
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                <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 17:46:00 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>João Paes</dc:creator>
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                    <![CDATA[
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    </p>
    <p>Um data center não é exatamente um monumento ao futuro, ou algo que gera polêmica naturalmente, mas um deles tem se tornado personagem central de uma disputa sobre pontos de vistas diferentes. Durante um evento em Fortaleza, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou o megaprojeto do TikTok no Ceará como símbolo de soberania digital, prosperidade e até independência tecnológica. O problema? Para quem acompanha de perto o licenciamento ambiental e os incentivos fiscais do empreendimento, o discurso presidencial não colou, como também mascara riscos concretos para o estado e para suas comunidades.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) divulgou um posicionamento contundente após as falas de Lula. Para a organização, o presidente distorce a natureza real do projeto ao sugerir que o data center impulsionaria pesquisa, inovação ou formação de especialistas brasileiros. Nada disso está previsto. Na prática, trata-se de uma obra gigante, feita para abrigar equipamentos de uma empresa estrangeira e responder à lógica de expansão global da plataforma.</p>
<!-- BREAK 2 --><div class="article-asset article-asset-normal article-asset-center">
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<p>E enquanto o governo celebra o suposto salto tecnológico, o empreendimento avança sobre território, recursos naturais e benefícios fiscais generosos. Sim: o TikTok não pagará os impostos que, em tese, deveriam reforçar orçamentos de educação, ciência e tecnologia — áreas que realmente constroem capacidade intelectual e inovação no país. É o tipo de contradição que faz o discurso soar mais como marketing político do que como política pública.</p>
<!-- BREAK 3 --><p>Outro ponto que chamou a atenção do Idec foi a confiança pessoal evocada por Lula. “Confio no governador”, “confio no povo cearense para cobrar”. Mas, diante de um licenciamento com falhas graves — incluindo o enquadramento ambiental equivocado e a autorização para consumo de água sete vezes maior que o previsto — confiar não é suficiente. É o famoso “vai dar certo” aplicado a um empreendimento que já nasce envolto em questionamentos.</p>
<!-- BREAK 4 --><p>O alerta é simples, mas incômodo: infraestrutura pesada não é sinônimo de avanço tecnológico. E, quando essa infraestrutura demanda volumes massivos de água em uma região onde comunidades ainda dependem de caminhões-pipa, o impacto social deixa de ser detalhe — vira centro da discussão.</p>
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<h2>Entenda o Caso</h2><p>A polêmica em torno do data center ganhou novo capítulo quando a Semace liberou a construção de uma ponte de 38 metros sobre uma área de proteção permanente no Lagamar do Cauípe. A obra, apresentada como de “utilidade pública”, beneficia diretamente o empreendimento privado ligado ao TikTok — que deve consumir, sozinho, mais energia que 99,9% das cidades brasileiras.</p>
<p>A justificativa da Semace se apoia em uma lei estadual e em uma resolução da Anatel, mas especialistas consideram a interpretação forçada. Para o Idec, data centers não prestam serviço público e não podem ser enquadrados como telecomunicações. O parecer, portanto, abre um precedente perigoso para liberar intervenções ambientais em nome de interesses corporativos.</p>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/diversos/criador-original-do-twitter-acaba-anunciar-retorno-uma-rede-social-esquecida-que-foi-febre-ha-10-anos-e-precursora-do-tiktok" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Criador original do Twitter acaba de anunciar retorno de uma rede social esquecida que foi febre há 10 anos e precursora do TikTok">
     <img alt="Criador&#x20;original&#x20;do&#x20;Twitter&#x20;acaba&#x20;de&#x20;anunciar&#x20;retorno&#x20;de&#x20;uma&#x20;rede&#x20;social&#x20;esquecida&#x20;que&#x20;foi&#x20;febre&#x20;h&#x00E1;&#x20;10&#x20;anos&#x20;e&#x20;precursora&#x20;do&#x20;TikTok" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/5fd7ad/imagem_2025-11-13_143031412-redimensionado-para-1200x1601/375_142.jpeg">
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     <a href="https://www.xataka.com.br/diversos/criador-original-do-twitter-acaba-anunciar-retorno-uma-rede-social-esquecida-que-foi-febre-ha-10-anos-e-precursora-do-tiktok" class="desvio-taxonomy-anchor pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Criador original do Twitter acaba de anunciar retorno de uma rede social esquecida que foi febre há 10 anos e precursora do TikTok">Em Xataka Brasil</a>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/diversos/criador-original-do-twitter-acaba-anunciar-retorno-uma-rede-social-esquecida-que-foi-febre-ha-10-anos-e-precursora-do-tiktok" class="desvio-title js-desvio-title pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Criador original do Twitter acaba de anunciar retorno de uma rede social esquecida que foi febre há 10 anos e precursora do TikTok">Criador original do Twitter acaba de anunciar retorno de uma rede social esquecida que foi febre há 10 anos e precursora do TikTok</a>
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<p>Além disso, o projeto avança sobre território reivindicado pelo povo Anacé, que não foi consultado conforme determina a Convenção 169 da OIT. Moradores relatam que o governo só pretende realizar reuniões comunitárias após a licença final — quando tudo já estiver decidido.</p>
<!-- BREAK 7 --><p>Enquanto isso, cresce a pressão para que o Ministério Público Federal investigue irregularidades no licenciamento. Para comunidades locais, o caso virou símbolo de um modelo de “desenvolvimento” que ignora impactos reais em nome da velocidade e da conveniência política.</p>
<p><br></p>
<p><em>Crédito de imagem: TikTok</em></p>
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                <title><![CDATA[“É verdade, Grok?”: a IA não é 100% precisa em verificar informações históricas ]]></title>
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                <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 14:09:22 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>Victor Bianchin</dc:creator>
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                    <![CDATA[
                              <p>
      <img src="https://i.blogs.es/285d4b/original/1024_2000.jpeg" alt="&#x201C;&#x00C9;&#x20;verdade,&#x20;Grok&#x3F;&#x201D;&#x3A;&#x20;a&#x20;IA&#x20;n&#x00E3;o&#x20;&#x00E9;&#x20;100&#x25;&#x20;precisa&#x20;em&#x20;verificar&#x20;informa&#x00E7;&#x00F5;es&#x20;hist&#x00F3;ricas&#x20;">
    </p>
    <p>Uma imagem de uma família humilde espanhola dos anos 1950 se tornou recentemente o epicentro de uma polêmica viral no X. A fotografia acabou desencadeando a histeria de muitos usuários, uma comoção provocada pela confiança cega nas respostas de uma inteligência artificial, neste caso a do Grok. Mais um exemplo de que verificar informações históricas com IA tem suas complicações.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>Tudo começou quando o usuário @kritikafull <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/kritikafull/status/1958594971436515705#m"><u>publicou uma fotografia</u></a> em preto e branco de uma família em condições de pobreza, acompanhada da seguinte frase em tom irônico: “Com Franco, vivíamos melhor”. A imagem gerou milhares de visualizações, mas também despertou o interesse de muitos usuários que duvidaram que a fotografia tivesse sido tirada na Espanha e acabaram recorrendo ao Grok, como tem sido comum recentemente na rede social, para verificar a informação.</p>
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     <div class="caption-img ">
                   <img class="centro_sinmarco" height=2021 width=1213 loading="lazy" decoding="async" sizes="100vw" fetchpriority="high" srcset="https://i.blogs.es/fca41e/1366_2000-15-/450_1000.jpeg 450w, https://i.blogs.es/fca41e/1366_2000-15-/650_1200.jpeg 681w,https://i.blogs.es/fca41e/1366_2000-15-/1024_2000.jpeg 1024w, https://i.blogs.es/fca41e/1366_2000-15-/1366_2000.jpeg 1366w" src="https://i.blogs.es/fca41e/1366_2000-15-/450_1000.jpeg" alt="A origem da polêmica. Imagem: Estudio Fotográfico Arenas">
   <img alt="A origem da polêmica. Imagem: Estudio Fotográfico Arenas" class="centro_sinmarco" src="https://i.blogs.es/fca41e/1366_2000-15-/450_1000.jpeg">
   
        <span>A origem da polêmica. Imagem: Estudio Fotográfico Arenas</span>
   </div>
   </div>
</div>
<h2><strong>Uma resposta problemática</strong></h2>
<p>O Grok <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/ropamuig37/status/1960100902724866136#m"><u>identificou erroneamente</u></a> a fotografia como uma imagem tirada durante a Grande Depressão nos Estados Unidos, atribuindo-a ao fotógrafo Walker Evans e afirmando que mostrava a família Burroughs. Essa resposta se <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/ropamuig37/status/1960100926800187775#m"><u>replicou massivamente</u></a> em dezenas de publicações, que acumularam milhares de visualizações, transformando o erro em uma aparente verdade que serviu para desacreditar a publicação original.</p>
<!-- BREAK 2 --><p>A usuária @ropamuig37, que se descreve em seu perfil como historiadora, decidiu <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/ropamuig37/status/1960100859955798466#m"><u>verificar os fatos</u></a> por meio de uma busca reversa de imagens no Google Lens. O resultado a levou diretamente ao <a rel="noopener, noreferrer" href="https://archivo.fotografico.uma.es/historico/index.php/vivienda-agosto-de-1952-malaga-espana-6"><u>arquivo fotográfico</u></a> da Universidade de Málaga, onde a imagem aparece perfeitamente catalogada como “Habitação, agosto de 1952, Málaga, Espanha”. A fotografia faz parte de uma série de reportagens que inclui residências espanholas da época.</p>
<h2><strong>Se a IA diz que não, eu acredito</strong></h2>
<p>Quando a historiadora forneceu a Grok a documentação real, a inteligência artificial <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/ropamuig37/status/1960100970538353039#m"><u>se manteve inflexível</u></a> por horas, insistindo que se tratava de um “erro da UMA” e afirmando ter “verificado” a semelhança com a foto americana. Mesmo depois de a historiadora fornecer links diretos e comparações visuais evidentes, Grok demorou quase duas horas para reconhecer seu equívoco.</p>
<!-- BREAK 3 --><p>O dano já estava feito, já que as publicações que acreditaram na verificação de Grok acabaram inundando a rede social com milhares de visualizações. Enquanto isso, a checagem real da historiadora (e de outros usuários como <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/RemusOkami/status/1959543523302150326#m"><u>@RemusOkami</u></a>, segundo lembrado em seu fio) inicialmente acumulou apenas uma fração do que conseguiram as demais publicações que viralizaram a resposta errada do Grok.</p>
<h2><strong>Um problema maior</strong></h2>
<p>Na plataforma, o uso do Grok para realizar todo tipo de verificações das publicações dos usuários se tornou normalizado. “Grok, explique isso para mim” ou “Grok, isso é verdade?” são expressões cada vez mais comuns no X, onde milhões de usuários começaram a delegar à IA tarefas de verificação e compreensão que tradicionalmente exigiam confrontar diversas fontes. E, claro, pelo menos atualmente, a confiança cega nessas ferramentas pode gerar desinformação em grande escala. Já vivemos isso nos últimos anos após o boom da IA, uma consequência que, dado o refinamento cada vez maior dessas ferramentas, tende a se intensificar.</p>
<!-- BREAK 4 --><p>Em contextos polarizados, quando qualquer informação pode ser instrumentalizada politicamente, a IA também pode acabar se tornando uma ferramenta perigosa, principalmente por sua capacidade de gerar respostas rápidas e não verificadas para confrontar determinados fatos. Felizmente, este caso não foi grave, mas reflete a adoção massiva das ferramentas de IA e o quanto começamos a confiar nelas.</p>
<p>Imagem | <a rel="noopener, noreferrer" href="https://archivo.fotografico.uma.es/historico/index.php/vivienda-agosto-de-1952-malaga-espana-6"><u>Estúdio Fotográfico Arenas</u></a> e <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.metmuseum.org/art/collection/search/275842"><u>Walker Evans</u></a></p>
<p>Este texto foi traduzido/adaptado do site Xataka Espanha.</p>
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                                <item>
                <title><![CDATA[O BitChat é o novo rival do WhatsApp que não requer acesso à internet e é um aplicativo do criador do Twitter ]]></title>
                <link>https://www.xataka.com.br/informatica/bitchat-e-novo-rival-do-whatsapp-que-nao-requer-acesso-a-internet-e-e-um-aplicativo-do-criador-do-twitter</link>
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                <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 17:04:51 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>Igor Gomes</dc:creator>
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                    <![CDATA[
                              <p>
      <img src="https://i.blogs.es/69fc29/fundador-do-twitter-cria-novo-app-para-troca-de-mensagens-sem-precisa-de-conexao-pela-internet-imagem-divulgacao/1024_2000.jpeg" alt="O&#x20;BitChat&#x20;&#x00E9;&#x20;o&#x20;novo&#x20;rival&#x20;do&#x20;WhatsApp&#x20;que&#x20;n&#x00E3;o&#x20;requer&#x20;acesso&#x20;&#x00E0;&#x20;internet&#x20;e&#x20;&#x00E9;&#x20;um&#x20;aplicativo&#x20;do&#x20;criador&#x20;do&#x20;Twitter&#x20;">
    </p>
    <p>Jack Dorsey, um dos fundadores do Twitter (a rede social agora conhecida como "X"), tem um novo aplicativo. Desta vez, é <strong>um aplicativo de mensagens descentralizado</strong> , pensado para ser uma alternativa focada na privacidade e segurança de seus usuários. Tanto que não requer internet para funcionar.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>O aplicativo se chama BitChat e <strong>funciona via Bluetooth, sem a necessidade de conexão com a internet</strong> ou dados móveis. Aliás, o aplicativo nem exige uma conta de usuário para enviar mensagens, e todas as mensagens recebidas e enviadas são criptografadas e protegidas.</p>
<h2>BitChat: Um aplicativo de mensagens privadas baseado em Bluetooth Low Energy</h2>
<p>Dorsey afirma ser apaixonado por privacidade, liberdade de expressão e descentralização da internet. Aliás, o próprio Dorsey foi um dos idealizadores do lançamento da rede social Bluesky e atuou em seu conselho de administração até 2024. Este é apenas um de seus vários projetos baseados em plataformas descentralizadas.</p>
<!-- BREAK 2 --><p>Agora, Dorsey se aventurou em uma ideia bastante peculiar e interessante: um aplicativo de mensagens que funciona em redes mesh Bluetooth Low Energy (BLE). Isso, <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/jack/status/1941989439237955773"  data-id="noopener, noreferrer">segundo Dorsey</a>, permite que os usuários se comuniquem criptografadamente e <strong>enviem mensagens efêmeras sem depender de uma conexão com a internet</strong> .</p>
<p>Na verdade, a plataforma nem sequer solicita que os usuários criem uma conta ou informem seu número de telefone ou endereço de e-mail, permitindo que enviem mensagens com total privacidade. No entanto, é possível usar nomes de usuário, úteis para alertar o destinatário quando uma mensagem é enviada a ele em uma sala de bate-papo. As mensagens são armazenadas no dispositivo do usuário e apagadas quando ele sai do aplicativo.</p>
<!-- BREAK 3 --><div class="article-asset-image article-asset-normal article-asset-center">
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      </div>
</div>
<p>Jack Dorsey quer seu próprio WhatsApp descentralizado que funcione via Bluetooth.</p>
<p>A ideia de usar uma rede mesh baseada em Bluetooth é muito interessante. Com esse método, ao enviar uma mensagem, <strong>o celular usa outros dispositivos próximos com BitChat para "saltar" entre eles</strong> até chegar ao destino. Os "saltos", no entanto, são limitados. Dessa forma, a rede ou mesh se expande por uma distância maior e, para manter a privacidade, as mensagens são armazenadas diretamente no dispositivo e excluídas automaticamente.</p>
<p>O aplicativo está disponível para os primeiros usuários em uma versão beta muito limitada. De fato, como revela <a rel="noopener, noreferrer" href="https://9to5mac.com/2025/07/07/bitchat-bluetooth-based-app-jack-dorsey/"  data-id="noopener, noreferrer">o 9to5Mac</a>, o BitChat <strong>só deu acesso a 10.000 usuários</strong> nesta fase inicial de testes. Por enquanto, está disponível apenas para iOS e macOS.</p>
<!-- BREAK 4 --><p>O BitChat chega em um momento em que muitos usuários priorizam a privacidade e a liberdade de comunicação. Embora o WhatsApp seja o aplicativo de mensagens mais usado no mundo e possua criptografia de ponta a ponta, suas mudanças recentes, como a introdução de anúncios de status, estão gerando críticas. Portanto, alternativas privadas e descentralizadas como o BitChat (ou o Signal, que já está disponível e é centralizado, mas enfatiza a privacidade do usuário) estão gerando muito interesse. No entanto, o maior desafio será sua adoção quando estiver disponível ao público em geral.</p>
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                                <item>
                <title><![CDATA[O Reino Unido proibiu o uso de celulares nas escolas para proteger as crianças; agora são os adolescentes que estão pedindo ajuda ]]></title>
                <link>https://www.xataka.com.br/informatica/reino-unido-proibiu-uso-celulares-nas-escolas-para-proteger-as-criancas-agora-sao-os-adolescentes-que-estao-pedindo-ajuda</link>
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                <pubDate>Thu, 22 May 2025 22:01:46 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>Sofia Bedeschi</dc:creator>
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                    <![CDATA[
                              <p>
      <img src="https://i.blogs.es/198a2f/original/1024_2000.jpeg" alt="O&#x20;Reino&#x20;Unido&#x20;proibiu&#x20;o&#x20;uso&#x20;de&#x20;celulares&#x20;nas&#x20;escolas&#x20;para&#x20;proteger&#x20;as&#x20;crian&#x00E7;as&#x3B;&#x20;agora&#x20;s&#x00E3;o&#x20;os&#x20;adolescentes&#x20;que&#x20;est&#x00E3;o&#x20;pedindo&#x20;ajuda&#x20;">
    </p>
    <p>O caso do Reino Unido em relação às regulações sobre o uso de celulares e redes sociais por menores de idade é, possivelmente, o mais contraditório da Europa. Enquanto muitos países adotaram leis para proteger as crianças nas escolas, os britânicos tiveram que agir por conta própria, sem respaldo direto do governo. Até 90% das escolas já proibiram o uso dos aparelhos, e agora são os próprios <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.bsigroup.com/en-GB/insights-and-media/media-centre/press-releases/2025/may/half-of-young-people-want-to-grow-up-in-a-world-without-internet/">adolescentes que também estão pedindo ajuda.</a></p>
<!-- BREAK 1 --><h2>A geração TikTok</h2>
<p>Foi o que o jornal <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.theguardian.com/technology/2025/may/20/almost-half-of-young-people-would-prefer-a-world-without-internet-uk-study-finds"><em>The Guardian</em></a> destacou há algumas horas, com base em uma nova pesquisa do <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.bsigroup.com/en-GB/insights-and-media/media-centre/press-releases/2025/may/half-of-young-people-want-to-grow-up-in-a-world-without-internet/">British Standards Institution</a> que revelou uma paradoxa inquietante no coração da geração digital: quase metade dos jovens entre 16 e 21 anos no Reino Unido preferiria viver em um mundo <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.bsigroup.com/en-GB/insights-and-media/media-centre/press-releases/2025/may/half-of-young-people-want-to-grow-up-in-a-world-without-internet/">onde a internet simplesmente não existisse.</a></p>
<!-- BREAK 2 --><p>Mesmo tendo crescido em um ambiente MEGA conectado, a maioria desses jovens reconhece o peso emocional da vida online. <strong>Cerca de 70% diz se sentir pior consigo mesmo</strong> depois de passar um tempo nas redes sociais, enquanto 50% apoiaria a criação de um “toque de recolher digital” que limite o <strong>uso de certos aplicativos depois das 22h.</strong></p>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/ciencia/um-millennial-um-membro-da-geracao-x-e-um-membro-da-geracao-z-trocaram-seus-smartphones-celulares-basicos-apenas-um-deles-gostou-da-experiencia" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Um millennial, um membro da geração X e um membro da geração Z trocaram seus smartphones por celulares básicos: apenas um deles gostou da experiência">
     <img alt="Um&#x20;millennial,&#x20;um&#x20;membro&#x20;da&#x20;gera&#x00E7;&#x00E3;o&#x20;X&#x20;e&#x20;um&#x20;membro&#x20;da&#x20;gera&#x00E7;&#x00E3;o&#x20;Z&#x20;trocaram&#x20;seus&#x20;smartphones&#x20;por&#x20;celulares&#x20;b&#x00E1;sicos&#x3A;&#x20;apenas&#x20;um&#x20;deles&#x20;gostou&#x20;da&#x20;experi&#x00EA;ncia" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/327fea/original/375_142.jpeg">
    </a>
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    </div>
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   </div>
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</div>
<h2>Outros problemas que não param por aí</h2>
<p>A pesquisa também revela práticas de risco bastante comuns entre os jovens: <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.theguardian.com/technology/2025/may/20/almost-half-of-young-people-would-prefer-a-world-without-internet-uk-study-finds">42% disseram já ter mentido sobre a própria idade</a> em algum momento, outros 42% admitiram <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.theguardian.com/technology/2025/may/20/almost-half-of-young-people-would-prefer-a-world-without-internet-uk-study-finds">esconder dos pais o que fazem online</a>, e mais de um quarto já fingiu ser outra pessoa na internet. Além disso, <strong>27% afirmaram</strong> ter <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.bsigroup.com/en-GB/insights-and-media/media-centre/press-releases/2025/may/half-of-young-people-want-to-grow-up-in-a-world-without-internet/">compartilhado sua localização com desconhecidos</a>, o que escancara os riscos de exposição, manipulação e perda de privacidade que cercam a experiência digital da juventude.</p>
<!-- BREAK 3 --><h2>Vício, ansiedade e hiperconexão</h2>
<p>Por trás disso tudo, há um problema mais amplo e já conhecido. Os dados surgem num cenário em que muitos jovens ainda lidam com as consequências emocionais do tempo excessivo em frente às telas durante a pandemia. Cerca de <strong>68% afirmam </strong>que sua saúde mental foi <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.theguardian.com/technology/2025/may/20/almost-half-of-young-people-would-prefer-a-world-without-internet-uk-study-finds">impactada negativamente</a> pelas horas passadas online, e um quarto dos entrevistados passa pelo menos <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.bsigroup.com/en-GB/insights-and-media/media-centre/press-releases/2025/may/half-of-young-people-want-to-grow-up-in-a-world-without-internet/">quatro horas por dia só em redes sociais.</a></p>
<!-- BREAK 4 --><p>Longe de ser um espaço seguro, a internet virou, para muitos, um campo minado de pressões estéticas, assédio, ansiedade por performance e estímulos constantes guiados por algoritmos que, como <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.theguardian.com/technology/2025/may/20/almost-half-of-young-people-would-prefer-a-world-without-internet-uk-study-finds">alerta Andy Burrows</a>, da <a rel="noopener, noreferrer" href="https://mollyrosefoundation.org/">Fundação Molly Rose</a>, podem levar os usuários por espirais de conteúdos nocivos sem que eles sequer percebam.</p>
<p>O impacto é profundo e contínuo, ainda mais quando se considera que muitas dessas plataformas são feitas não só para capturar a atenção, mas para mantê-la sem limites claros, explorando justamente a vulnerabilidade emocional da adolescência.</p>
<!-- BREAK 5 --><div class="article-asset article-asset-normal article-asset-center">
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    <a href="https://www.xataka.com.br/ciencia/nem-trabalha-nem-estuda-geracao-z-tem-menor-quantidade-nem-nems-2012" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="&quot;Nem trabalha, nem estuda&quot;: Geração Z tem menor quantidade de &quot;nem-nems&quot; desde 2012 ">
     <img alt="&quot;Nem&#x20;trabalha,&#x20;nem&#x20;estuda&quot;&#x3A;&#x20;Gera&#x00E7;&#x00E3;o&#x20;Z&#x20;tem&#x20;menor&#x20;quantidade&#x20;de&#x20;&quot;nem-nems&quot;&#x20;desde&#x20;2012&#x20;" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/782985/original/375_142.jpeg">
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     <a href="https://www.xataka.com.br/ciencia/nem-trabalha-nem-estuda-geracao-z-tem-menor-quantidade-nem-nems-2012" class="desvio-taxonomy-anchor pivot-outboundlink" data-vars-post-title="&quot;Nem trabalha, nem estuda&quot;: Geração Z tem menor quantidade de &quot;nem-nems&quot; desde 2012 ">Em Xataka Brasil</a>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/ciencia/nem-trabalha-nem-estuda-geracao-z-tem-menor-quantidade-nem-nems-2012" class="desvio-title js-desvio-title pivot-outboundlink" data-vars-post-title="&quot;Nem trabalha, nem estuda&quot;: Geração Z tem menor quantidade de &quot;nem-nems&quot; desde 2012 ">&quot;Nem trabalha, nem estuda&quot;: Geração Z tem menor quantidade de &quot;nem-nems&quot; desde 2012 </a>
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<h2>Regulação como dívida pendente</h2>
<p>Diante da crescente preocupação pública, o secretário de tecnologia do Reino Unido, Peter Kyle, <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.independent.co.uk/news/uk/home-news/tiktok-social-media-curfew-law-children-labour-b2738494.html">propôs recentemente a possibilidade de impor restrições</a> obrigatórias de horário para certos aplicativos, como TikTok e Instagram. A ideia reacendeu o debate sobre o papel do Estado diante das big techs.</p>
<!-- BREAK 6 --><p>Por outro lado, especialistas como <a rel="noopener, noreferrer" href="https://timesofindia.indiatimes.com/etimes/trending/do-young-people-like-the-internet-new-uk-study-has-the-answer/articleshow/121287876.cms">Rani Govender</a>, da organização de <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.nspcc.org.uk/">proteção à infância NSPCC</a>, alertam que toques de recolher digitais, embora úteis, não são suficientes. Segundo ela, os menores continuarão expostos aos mesmos conteúdos nocivos durante o dia e, sem uma reforma mais ampla no próprio design dessas plataformas, qualquer tentativa de controle será incompleta.</p>
<h2>Uma utopia</h2>
<p>No fundo, a mensagem dos jovens é clara, como mostra a pesquisa: <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.bsigroup.com/en-GB/insights-and-media/media-centre/press-releases/2025/may/half-of-young-people-want-to-grow-up-in-a-world-without-internet/">eles estão conscientes dos riscos</a>, querem mudanças e exigem mais responsabilidade das empresas de tecnologia. E, enquanto isso, a pergunta <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.bsigroup.com/en-GB/insights-and-media/media-centre/press-releases/2025/may/half-of-young-people-want-to-grow-up-in-a-world-without-internet/">que paira no ar entre quase metade deles</a> é tão radical quanto reveladora: como seria crescer sem internet?</p>
<!-- BREAK 7 --><p>Não se trata de nostalgia, mas de um desejo que nasce do cansaço, da saturação e da vontade de reencontrar uma forma de estar no mundo que seja mais saudável, mais humana e, talvez, mais livre — ainda que utópica.</p>
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                <title><![CDATA[CEO de 33 anos e apenas 20 funcionários em tempo integral: esta é a pequena equipe da Bluesky que enfrenta o X ]]></title>
                <link>https://www.xataka.com.br/diversos/ceo-33-anos-e-apenas-20-funcionarios-em-tempo-integral-esta-e-a-pequena-equipe-da-bluesky-que-enfrenta-x</link>
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                <pubDate>Mon, 28 Apr 2025 19:07:52 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>Victor Bianchin</dc:creator>
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                    <![CDATA[
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      <img src="https://i.blogs.es/c8fc3f/original/1024_2000.jpeg" alt="CEO&#x20;de&#x20;33&#x20;anos&#x20;e&#x20;apenas&#x20;20&#x20;funcion&#x00E1;rios&#x20;em&#x20;tempo&#x20;integral&#x3A;&#x20;esta&#x20;&#x00E9;&#x20;a&#x20;pequena&#x20;equipe&#x20;da&#x20;Bluesky&#x20;que&#x20;enfrenta&#x20;o&#x20;X&#x20;">
    </p>
    <p>O Bluesky está, neste momento, próximo dos 20 milhões de usuários, segundo <a rel="noopener, noreferrer" href="https://bcounter.nat.vg/"><u>seu próprio contador público em tempo real</u></a>. Está crescendo a um ritmo de um milhão por dia e se tornou a alternativa mais promissora ao X em muito tempo.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>A pergunta agora é: quem está por trás do Bluesky?</p>
<h2><strong>Jay Graber +20</strong></h2>
<p>Jay Graber, uma CEO de 33 anos, está realmente à frente do projeto, liderando uma equipe de apenas vinte funcionários em tempo integral. Não é público o número total de empregados, já que há também os que trabalham em horário parcial e colaboradores externos. Mas essa cifra é oficial: vinte full-time.</p>
<!-- BREAK 2 --><p>De acordo com o <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.nytimes.com/2024/11/17/technology/bluesky-growing-pains.html"><u>The New York Times</u></a>, esse grupo reduzido trabalha principalmente na gestão desse crescimento que a plataforma experimentou nos últimos dias, lidando com quedas de serviço, erros de código e moderação de conteúdos. O Bluesky agora é uma estrada que inesperadamente absorveu muitos mais veículos do que se previa.</p>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/informatica/que-aconteceu-com-os-quatro-estudantes-que-fundaram-facebook-meta-ha-20-anos-com-mark-zuckerberg" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="O que aconteceu com os quatro estudantes que fundaram o Facebook (Meta) há 20 anos com Mark Zuckerberg ">
     <img alt="O&#x20;que&#x20;aconteceu&#x20;com&#x20;os&#x20;quatro&#x20;estudantes&#x20;que&#x20;fundaram&#x20;o&#x20;Facebook&#x20;&#x28;Meta&#x29;&#x20;h&#x00E1;&#x20;20&#x20;anos&#x20;com&#x20;Mark&#x20;Zuckerberg&#x20;" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/e08b1d/xtk_face/375_142.jpeg">
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     <a href="https://www.xataka.com.br/informatica/que-aconteceu-com-os-quatro-estudantes-que-fundaram-facebook-meta-ha-20-anos-com-mark-zuckerberg" class="desvio-taxonomy-anchor pivot-outboundlink" data-vars-post-title="O que aconteceu com os quatro estudantes que fundaram o Facebook (Meta) há 20 anos com Mark Zuckerberg ">Em Xataka Brasil</a>
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<p>As origens do Bluesky remontam a uma ideia de Jack Dorsey, fundador do Twitter, que sonhava em criar uma rede social "descentralizada". O projeto recebeu inicialmente financiamento do próprio Twitter, mas Elon Musk cortou esses laços assim que comprou a rede social. Depois de algum tempo, o Bluesky conseguiu levantar mais de 23 milhões de dólares em <a rel="noopener, noreferrer" href="https://bsky.social/about/blog/10-24-2024-series-a"><u>duas rodadas de financiamento</u></a>. Um fôlego financeiro até que o projeto decida o que quer ser quando crescer e como pretende ganhar dinheiro.</p>
<!-- BREAK 3 --><p>Rose Wang, sua diretora de operações, definiu a essência do projeto explicando que "é construído pelo povo, para o povo". Em um vídeo promocional, disse que os usuários "não estão mais presos a um algoritmo dominante que promove posts mais polarizantes ou marcas maiores".</p>
<h2><strong>Pesos pesados</strong></h2>
<p>O <a rel="noopener, noreferrer" href="https://bsky.social/about/blog/2-31-2022-initial-bluesky-team"><u>núcleo inicial da equipe</u></a>, segundo Graber em março de 2022, incluía também <a rel="noopener, noreferrer" href="https://dholms.github.io/"><u>Daniel Holmgren</u></a>, engenheiro de protocolos com experiência no IPFS, e <a rel="noopener, noreferrer" href="https://x.com/pfrazee?lang=es"><u>Paul Frazee</u></a>, desenvolvedor full-stack que havia criado anteriormente o <a rel="noopener, noreferrer" href="https://github.com/mixmix/patchwork-ui"><u>Patchwork</u></a>.</p>
<!-- BREAK 4 --><p>O projeto também contou com assessores técnicos de peso como <a rel="noopener, noreferrer" href="https://bsky.app/profile/did:plc:vzmlifz3ghar4cu2hj3srga2"><u>Martin Kleppmann</u></a>, autor do livro "Designing Data-Intensive Applications", e Jeromy Johnson, primeiro empregado do Protocol Labs.</p>
<p>A filosofia do Bluesky contrasta com a de seus rivais. Facebook, TikTok e Instagram (concorrentes relativos) funcionam como jardins murados que penalizam ou praticamente anulam os links para a web aberta e dificultam a migração de usuários entre plataformas.</p>
<!-- BREAK 5 --><p>O Bluesky, por outro lado, aposta em um protocolo aberto, que permite aos desenvolvedores independentes criar suas próprias redes sociais sobre sua infraestrutura, assim como o Mastodon.</p>
<h2><strong>O futuro</strong></h2>
<p>Graber já definiu o futuro da plataforma:</p>
<p>"Queremos construir algo que assegure que os usuários têm liberdade para se mover e os desenvolvedores, liberdade para construir. [...] Se alguém tem uma ideia para melhorar o estado das redes sociais, não precisa nos pressionar para mudar as coisas. Eles mesmos podem fazê-lo."</p>
<p>Essa visão já está mostrando resultados. O Bluesky se tornou o refúgio de usuários que deixaram o X, seja por desgosto com a gestão de Musk ou pela cereja do bolo que foi a vitória eleitoral de Donald Trump e o impulso para o proprietário da rede.</p>
<!-- BREAK 6 --><div class="article-asset article-asset-normal article-asset-center">
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    <a href="https://www.xataka.com.br/informatica/mais-gigantes-chineses-perdem-a-paciencia-com-os-eua-empresa-do-tiktok-comeca-a-criar-seus-proprios-chips-ia-segundo-the-information" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Mais gigantes chineses perdem a paciência com os EUA: empresa do TikTok começa a criar seus próprios chips de IA, segundo The Information ">
     <img alt="Mais&#x20;gigantes&#x20;chineses&#x20;perdem&#x20;a&#x20;paci&#x00EA;ncia&#x20;com&#x20;os&#x20;EUA&#x3A;&#x20;empresa&#x20;do&#x20;TikTok&#x20;come&#x00E7;a&#x20;a&#x20;criar&#x20;seus&#x20;pr&#x00F3;prios&#x20;chips&#x20;de&#x20;IA,&#x20;segundo&#x20;The&#x20;Information&#x20;" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/57fc63/tikt0ok/375_142.jpeg">
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   </div>
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</div>
<p>O time do Bluesky mantém uma estrutura muito pequena, mas ágil, e agora resta ver até que ponto será capaz de dar continuidade e expandir a plataforma, e se realmente conseguirá enfrentar os gigantes tecnológicos.</p>
<!-- BREAK 7 --><p>Sua última decisão de não usar as publicações dos usuários para treinar tecnologia de IA generativa marca uma diferença importante em relação a Meta, X e Google. Além disso, reforça seu modelo de rede social mais respeitosa e centrada no usuário.</p>
<p>Imagem | <a rel="noopener, noreferrer" href="https://unsplash.com/es/@jeisblack?utm_content=creditCopyText&utm_medium=referral&utm_source=unsplash"><u>Jason Mavrommatis</u></a> no <a rel="noopener, noreferrer" href="https://unsplash.com/es/fotos/foto-de-primer-plano-de-las-nubes-ap3LXI0fPJY?utm_content=creditCopyText&utm_medium=referral&utm_source=unsplash"><u>Unsplash</u></a>, <a rel="noopener, noreferrer" href="https://es.wikipedia.org/wiki/Jay_Graber#/media/Archivo:Jay_Graber_2024_(cropped).jpg"><u>Wikimedia Commons</u></a>, Xataka</p>
<p>Este texto foi traduzido/adaptado do site Xataka Espanha.</p>
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                <title><![CDATA[Tentei a transcrição automática de áudios do WhatsApp e para mim está claro: nunca mais ouvirei um áudio ]]></title>
                <link>https://www.xataka.com.br/diversos/tentei-a-transcricao-automatica-audios-do-whatsapp-e-para-mim-esta-claro-nunca-mais-ouvirei-um-audio</link>
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                <pubDate>Fri, 18 Apr 2025 16:09:41 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>Sofia Bedeschi</dc:creator>
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    </p>
    <p><a rel="noopener, noreferrer" href="https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/odio"><strong>ODEIO</strong></a>, em maiúsculas, negrito e linkado à definição de "ódio" do Dicionário Michaelis, aos áudios do WhatsApp. Entendo que são usados, são muito práticos quando você quer dizer algo """"rápido"""" e está com as mãos ocupadas, mas se pensarmos no receptor, na pessoa que tem que ouvir o seu podcast, a realidade é que o áudio apresenta certos problemas que não podem ser ignorados: é necessário ouvir tudo para entender o conteúdo, não dá para fazer buscas, não é conciso e, principalmente, nem sempre é possível ouvir o áudio.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>Esse debate, o de áudios sim e áudios não, já tivemos algumas vezes e hoje, como se um ser onipotente, chamem-no de Deus ou de engenheiro da Meta, tivesse ouvido minhas preces, fui abençoado com a chegada da última grande função do WhatsApp. Falo, claro, da transcrição automática, função que já pude testar de primeira mão. E não, não vou mais ouvir um áudio.</p>
<h2>O problema dos áudios</h2>
<p>São vários, mas o principal é que as mensagens de voz beneficiam enormemente o remetente, mas não o receptor. Uma mensagem de áudio curta bem poderia ser uma mensagem de texto de quatro ou cinco palavras (que são escritas em dois segundos).</p>
<!-- BREAK 2 --><p>Uma mensagem de voz longa poderia ser uma ligação, permitindo uma comunicação bidirecional de forma instantânea. A questão daquele áudio de cinco minutos provavelmente poderia ser resolvida em uma ligação de 30 segundos.</p>
<p>Além disso, ao contrário do texto, os áudios permitem a divagação desnecessária, fruto de um discurso improvisado e desestruturado. Isso faz com que a mensagem central se dilua em anacolutos, digressões, eeeeeh, mmm, um espirro agradável de ouvir, o som de um carro ou do vento, etc. Sem falar que não podem ser buscados usando o buscador do WhatsApp.</p>
<!-- BREAK 3 --><h2><strong>A transcrição</strong></h2>
<p>Para resolver esse problema, pelo menos de forma parcial, o WhatsApp lançou a transcrição automática. Ela não está disponível para todos, e seu lançamento está sendo gradual, por isso, é possível que ainda não esteja disponível no seu dispositivo.</p>
<!-- BREAK 4 --><p>Além disso, caso esteja disponível, ela não estará ativada por padrão. Para verificar, vá em <strong>Ajustes &gt; Chats</strong> e veja se aparece uma opção chamada "Transcrição de mensagens de voz". Se aparecer, ative-a e baixe o pacote de idiomas, que tem cerca de 130 MB. Caso contrário, vai ser necessário esperar.</p>
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                   <img class="centro_sinmarco" height=2360 width=3280 loading="lazy" decoding="async" sizes="100vw" fetchpriority="high" srcset="https://i.blogs.es/553e0d/original/450_1000.jpeg 450w, https://i.blogs.es/553e0d/original/650_1200.jpeg 681w,https://i.blogs.es/553e0d/original/1024_2000.jpeg 1024w, https://i.blogs.es/553e0d/original/1366_2000.jpeg 1366w" src="https://i.blogs.es/553e0d/original/450_1000.jpeg" alt="Original">
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        <span>Ativação da transcrição de áudio do WhatsApp | Imagem: Xataka</span>
   </div>
   </div>
</div>
<h2><strong>Como funciona</strong></h2>
<p>Uma vez configurada e ativada a transcrição, basta esperar para receber um áudio pelo WhatsApp. Ao receber, basta pressionar o mensagem, depois clicar nos três pontinhos e, por fim, em "Transcrever". O WhatsApp começará a converter o áudio em texto e o exibirá logo abaixo, em uma pequena seção.</p>
<!-- BREAK 5 --><p>Seria ótimo se a transcrição fosse automática e/ou com menos etapas, mas, para uma primeira versão, está excelente. Para um áudio de 30 segundos, leva cerca de quatro segundos para transcrever. Para um áudio mais longo, de cerca de quatro minutos, leva cerca de 10-15 segundos.</p>
<h2><strong>Como é o desempenho?</strong></h2>
<p>Não é perfeito, de jeito nenhum, mas funciona bem. Eu tenho um sotaque cordobês bem marcado, falo rápido (podem ver qualquer TikTok da Xataka para julgar por si mesmos) e o WhatsApp consegue transcrever meus áudios sem problemas.</p>
<!-- BREAK 6 --><p>Às vezes, especialmente em certos ditongos e nas conexões rápidas entre palavras, ele falha ou omite uma palavra, mas nada que impeça de entender a mensagem geral.</p>
<p>Testei o sistema com alguns amigos de diferentes sotaques e a experiência foi surpreendentemente positiva. Em nenhum caso foi perfeita, mas em todos os casos foi mais do que correta e suficiente para entender o conteúdo do áudio sem precisar ouvi-lo.</p>
<!-- BREAK 7 --><p>O WhatsApp omite algumas palavras quando são pronunciadas rapidamente e, como é comum, falha bastante ao transcrever marcas comerciais, nomes de produtos, etc.</p>
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    <a href="https://www.xataka.com.br/informatica/pressione-este-botao-do-whatsapp-mais-30-segundos-e-voce-descobrira-uma-nova-funcao-que-poucos-conhecem" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Pressione este botão do WhatsApp por mais de 30 segundos e você descobrirá uma nova função que poucos conhecem ">
     <img alt="Pressione&#x20;este&#x20;bot&#x00E3;o&#x20;do&#x20;WhatsApp&#x20;por&#x20;mais&#x20;de&#x20;30&#x20;segundos&#x20;e&#x20;voc&#x00EA;&#x20;descobrir&#x00E1;&#x20;uma&#x20;nova&#x20;fun&#x00E7;&#x00E3;o&#x20;que&#x20;poucos&#x20;conhecem&#x20;" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/840d56/original/375_142.jpeg">
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    <a href="https://www.xataka.com.br/informatica/pressione-este-botao-do-whatsapp-mais-30-segundos-e-voce-descobrira-uma-nova-funcao-que-poucos-conhecem" class="desvio-title js-desvio-title pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Pressione este botão do WhatsApp por mais de 30 segundos e você descobrirá uma nova função que poucos conhecem ">Pressione este botão do WhatsApp por mais de 30 segundos e você descobrirá uma nova função que poucos conhecem </a>
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<p>Ao transcrever uma conversa sobre impressoras 3D, o WhatsApp não conseguiu entender palavras como <em>Prusa</em> ou <em>BambuLab</em>, mas, como mencionado, isso é totalmente normal. O que ele entende sem problemas são os xingamentos e palavrões.</p>
<!-- BREAK 8 --><h2>E ele se indexa, parcialmente</h2>
<p>Os áudios não são transcritos automaticamente, mas uma vez transcritos, essa transcrição permanece no chat e é tratada pelo WhatsApp como texto. O que isso significa? Que podemos usar a ferramenta de busca para encontrar áudios, com uma condição.</p>
<!-- BREAK 9 --><h2>Não é perfeito, mas obrigado.</h2>
<p>Longe de ser uma transcrição excepcional como as que ferramentas como o Whisper podem oferecer, o que o WhatsApp conseguiu é mais do que suficiente para reduzir a fricção dos áudios. Ouvi-los ainda será a melhor forma de entender todo o conteúdo, por causa da entonação e das emoções que só a voz pode expressar, mas a transcrição nos permitirá fazer uma leitura vertical, pegar a ideia geral e, se quisermos, economizar o tempo de ouvir um podcast não solicitado.</p>
<!-- BREAK 10 --><script>
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                <title><![CDATA[Meta dá o primeiro passo para desmantelar seu sistema de verificação externa – usando um algoritmo do X ]]></title>
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                <pubDate>Sat, 29 Mar 2025 15:08:36 +0000</pubDate>
                                         <dc:creator>Sofia Bedeschi</dc:creator>
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                    <![CDATA[
                              <p>
      <img src="https://i.blogs.es/2906e4/original/1024_2000.jpeg" alt="Meta&#x20;d&#x00E1;&#x20;o&#x20;primeiro&#x20;passo&#x20;para&#x20;desmantelar&#x20;seu&#x20;sistema&#x20;de&#x20;verifica&#x00E7;&#x00E3;o&#x20;externa&#x20;&#x2013;&#x20;usando&#x20;um&#x20;algoritmo&#x20;do&#x20;X&#x20;">
    </p>
    <p>Pouco antes de Donald Trump retornar à Casa Branca, Mark Zuckerberg anunciou que a Meta encerraria seu programa de verificação de fatos por terceiros e adotaria um sistema de notas da comunidade, semelhante ao que já existe no X, rede social de Elon Musk, um dos principais aliados do novo presidente.</p>
<!-- BREAK 1 --><p>Com essa mudança, a Meta pretende deixar nas mãos dos usuários a responsabilidade de identificar e contextualizar a desinformação no Facebook, Instagram e Threads.</p>
<p>Quando fez o anúncio, Zuckerberg deixou claro que, apesar da grande aposta nesse novo modelo, <strong>sua implementação seria gradual nos Estados Unidos</strong>. Não havia, no entanto, qualquer indício de um lançamento na União Europeia, onde a Lei de Serviços Digitais poderia ser um obstáculo para a iniciativa.</p>
<!-- BREAK 2 --><p>Agora, com mais detalhes sobre o lançamento inicial, é possível entender melhor como esse sistema funcionará.</p>
<h2><strong>Meta define data para o início do novo sistema</strong></h2>
<p><a rel="noopener, noreferrer" href="https://about.fb.com/news/2025/03/testing-begins-community-notes-facebook-instagram-threads/">A gigante das redes sociais começou o teste de notas da comunidade no dia <strong>18 de março</strong></a><strong>. </strong>A partir dessa data, os primeiros colaboradores do programa começaram a adicionar informações às postagens.</p>
<!-- BREAK 3 --><h2><strong>Como funciona o novo sistema?</strong></h2>
<p>O sistema de notas da comunidade da Meta permite que usuários adicionem contexto a publicações potencialmente enganosas ou que precisem de mais informações.</p>
<!-- BREAK 4 --><p>No entanto, as notas não serão publicadas imediatamente: elas passarão por um processo de avaliação, que, segundo a Meta, garantirá que as contribuições sejam úteis e reflitam diferentes perspectivas.</p>
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      </div>
</div>
<ol>
  <li><strong>Identificação de postagens que precisam de contexto</strong><br>
Um colaborador detecta uma publicação no Facebook, Instagram ou Threads que pode ser enganosa ou carecer de informações adicionais. <strong>Por exemplo, </strong>um post viral afirma: <em>“Os morcegos são completamente cegos e dependem apenas do sonar para se movimentar.”</em></li>
  <li><strong>Criação de uma nota explicativa</strong><br>
O colaborador escreve uma nota de até 500 caracteres, incluindo um link para uma fonte confiável como nesse exemplo: <em>“Esse é um mito comum. Os morcegos não são cegos; eles têm boa visão e combinam ecolocalização, audição e olfato para se adaptar a diferentes ambientes. Saiba mais aqui: [link].”</em></li>
  <li><strong>Revisão e votação por outros colaboradores</strong><br>
A nota não é publicada automaticamente. Outros colaboradores revisam e votam se a explicação é útil. Para ser aprovada, precisa ter o apoio de pessoas com diferentes perspectivas, não apenas de uma maioria específica.</li>
  <li><strong>Publicação da nota</strong><br>
Se a nota for considerada útil, ela será exibida junto à publicação original, fornecendo contexto adicional. A postagem original continua visível, mas agora acompanhada da explicação.</li>
</ol>
<h2><strong>Meta usará o algoritmo do X, mas planeja mudanças</strong></h2>
<p>A Meta decidiu, nesta fase inicial, utilizar o algoritmo de notas da comunidade do X. Esse sistema, que já é usado na plataforma anteriormente conhecida como Twitter, é de código aberto e está <a rel="noopener, noreferrer" href="https://github.com/twitter/communitynotes">disponível no GitHub</a>, permitindo que qualquer pessoa o audite e reutilize.</p>
<!-- BREAK 5 --><p>No entanto, a empresa não pretende manter esse algoritmo de forma definitiva. O objetivo é desenvolver sua própria versão, ajustando a forma como as notas são classificadas e avaliadas.</p>
<p><em>"À medida que desenvolvermos nossa própria versão, poderemos explorar algoritmos diferentes ou ajustados para aprimorar a forma como as notas da comunidade são classificadas e avaliadas." – Meta.</em></p>
<!-- BREAK 6 --><div class="article-asset article-asset-normal article-asset-center">
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    <a href="https://www.xataka.com.br/diversos/mark-zuckerberg-registra-mais-mil-horas-na-steam-e-se-considera-um-dos-melhores-jogadores-civilization-vi-do-mundo" class="pivot-outboundlink" data-vars-post-title="Mark Zuckerberg registra mais de mil horas na Steam e se considera um dos melhores jogadores de Civilization VI do mundo ">
     <img alt="Mark&#x20;Zuckerberg&#x20;registra&#x20;mais&#x20;de&#x20;mil&#x20;horas&#x20;na&#x20;Steam&#x20;e&#x20;se&#x20;considera&#x20;um&#x20;dos&#x20;melhores&#x20;jogadores&#x20;de&#x20;Civilization&#x20;VI&#x20;do&#x20;mundo&#x20;" width="375" height="142" src="https://i.blogs.es/83f3bc/original/375_142.jpeg">
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   </div>
  </div>
 </div>
</div>
<h2><strong>Sem penalização de alcance</strong></h2>
<p>A Meta garante que seu novo sistema contra desinformação não afetará a distribuição das publicações. Diferente do antigo programa de verificadores de fatos, no qual conteúdos marcados podiam perder visibilidade, as notas da comunidade apenas adicionarão contexto, sem restringir quem pode vê-los ou limitar seu alcance.</p>
<!-- BREAK 7 --><div class="article-asset-video article-asset-normal">
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</div>
<h2><strong>As notas ainda não estarão visíveis</strong></h2>
<p>Embora o sistema de notas da comunidade comece a ser implementado no Facebook, Instagram e Threads ainda este mês, os usuários ainda não poderão vê-las. Esta é uma fase de testes, em que a empresa avaliará seu funcionamento antes de disponibilizá-lo publicamente.</p>
<!-- BREAK 8 --><p>A Meta afirma que o lançamento só ocorrerá quando houver confiança de que o sistema está funcionando como esperado. Durante esse período, a empresa planeja realizar ajustes e melhorias para garantir que o modelo seja eficaz.</p>
<h2><strong>O que acontece com o antigo sistema?</strong></h2>
<p>As etiquetas de verificação do programa anterior continuarão sendo exibidas nos Estados Unidos até que o novo sistema de notas da comunidade seja amplamente implementado no país.</p>
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